segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Rua de Arganil

Rua de Arganil by VRfoto
Rua de Arganil, a photo by VRfoto on Flickr.

ARGANIL (Portugal): R. José Castanheira Nunes (?).

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Aldeia de Candal #5

Aldeia de Candal #5 by VRfoto
Aldeia de Candal #5, a photo by VRfoto on Flickr.

LOUSÃ (Portugal): Aldeia de Candal.

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Igreja e Casa do Consistório da Misericórdia de Monção

MONÇÃO (Portugal): Igreja e Casa do Consistório da Misericórdia de Monção.

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Arquitectura religiosa, maneirista / barroca e neoclássica. Igreja da misericórdia de transição do maneirismo para o barroco, de planta longitudinal composta de nave única com tecto de madeira e capela-mor, mais baixa e estreita, abobadada, com frontispício em frontão triangular sobre entablamento metopado, e portal entre duplas pilastras jónicas e frontão interrompido por edícula.
Edifício do consistório de planta rectangular e 2 pisos, de estilo maneirista, fachada com esquema de vãos regular, marcada por janelas de sacada, no 2º piso, encimadas por entablamento e frontão triangular e com varandim sobre mísulas.

info: www.monumentos.pt/

Aldeia de Cerdeira #4

Aldeia de Cerdeira #4 by VRfoto
Aldeia de Cerdeira #4, a photo by VRfoto on Flickr.

LOUSÃ (Portugal): Aldeia de Cerdeira.

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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Interior da Sé catedral de Évora

ÉVORA (Portugal): Interior da Sé Catedral (reedição).

A Sé de Évora é a maior Catedral medieval do país. A um primitivo templo construído entre 1186 e os primeiros anos do século XIII, sucedeu-se o grandioso monumento que hoje existe, resultado essencialmente de duas notáveis campanhas da Baixa Idade Média.
Sob o dinâmico impulso do bispo D. Durando Pais, aquela modesta igreja sagrada por D. Soeiro em 1204 foi demolida para dar lugar a uma ambiciosa Catedral, sem paralelo no restante panorama nacional. Os modelos inspiradores desta nova Sé foram amplamente estudados por Mário Tavares Chicó em meados do século passado e revelam a importância desta construção não apenas como ponto terminal do Românico e inicial do Gótico, mas, sobretudo, pela variedade de soluções de transição empregues.

info: www.ippar.pt/

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Aldeia de Cerdeira

Aldeia de Cerdeira by VRfoto
Aldeia de Cerdeira, a photo by VRfoto on Flickr.

LOUSÃ (Portugal): Aldeia de Cerdeira.

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As casas da Cerdeira guardam, depois de recuperadas, as memórias e a arquitetura de outros tempos. A tradicional pedra de xisto é usada tanto nas habitações como nos currais para animais, e ganha reflexos muito especiais quando o sol atravessa o ar húmido da serra.
Ao crescer sobre o terreno inclinado, o casario foi-se implantando de frente para o astro-rei e os caminhos esculpiram-se nos afloramentos rochosos sem distinção clara entre o público e o privado, resultando em ambientes intimistas, como autênticas gravuras.

info: www.aldeiasdoxisto.pt/

Casa do Arco (b/w)

Casa do Arco (b/w) by VRfoto
Casa do Arco (b/w), a photo by VRfoto on Flickr.

MONÇÃO (Portugal)

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Castelo de Óbidos

Castelo de Óbidos by VRfoto
Castelo de Óbidos, a photo by VRfoto on Flickr.

ÓBIDOS (Portugal): Castelo.

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Erguido sobre um pequeno monte, outrora à beira mar, domina a planície envolvente e o rio Arnóia, a este. Fruto de diversas intervenções arquitetónicas ao longo dos séculos, integra o conjunto da vila, que preserva as suas característas medievais. Classificado como Monumento Nacional, em 7 de Julho de 2007 foi eleito como uma das Sete maravilhas de Portugal.

info: pt.wikipedia.org/

Poor nobility...

Poor nobility... by VRfoto
Poor nobility..., a photo by VRfoto on Flickr.

MONÇÃO (Portugal)

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Beiral...

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Beiral..., a photo by VRfoto on Flickr.

LOUSÃ (Portugal): Aldeia de Candal.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Aldeia de Candal #2

Aldeia de Candal #2 by VRfoto
Aldeia de Candal #2, a photo by VRfoto on Flickr.

LOUSÃ (Portugal): Aldeia de Candal.

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A Aldeia de Candal ergue-se numa colina voltada a Sul, aninhada na Serra da Lousã, estrategicamente colocada junto à Estrada Nacional, que liga Lousã a Castanheira de Pera. Tem ruas inclinadas e, do miradouro, uma belíssima vista sobre o vale.
Beneficiado pela acessibilidade privilegiada que lhe proporciona a Estrada Nacional, Candal é muitas vezes considerada a mais desenvolvida das aldeias serranas e uma das mais visitadas. Aos seus habitantes de sempre é comum juntarem-se ocupantes de férias e fins de semana que aqui acorrem em busca de ar puro e boa companhia.

info: www.aldeiasdoxisto.pt/

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Aldeia de Candal #2bw

Aldeia de Candal #2bw by VRfoto
Aldeia de Candal #2bw, a photo by VRfoto on Flickr.

LOUSÃ (Portugal): Aldeia de Candal.

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A Aldeia de Candal ergue-se numa colina voltada a Sul, aninhada na Serra da Lousã, estrategicamente colocada junto à Estrada Nacional, que liga Lousã a Castanheira de Pera. Tem ruas inclinadas e, do miradouro, uma belíssima vista sobre o vale.
Beneficiado pela acessibilidade privilegiada que lhe proporciona a Estrada Nacional, Candal é muitas vezes considerada a mais desenvolvida das aldeias serranas e uma das mais visitadas. Aos seus habitantes de sempre é comum juntarem-se ocupantes de férias e fins de semana que aqui acorrem em busca de ar puro e boa companhia.

info: www.aldeiasdoxisto.pt/

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Fortim de Montedor #bw

Fortim de Montedor  #bw by VRfoto
Fortim de Montedor #bw, a photo by VRfoto on Flickr.

VIANA DO CASTELO (Portugal): Fortim de Montedor.

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O Fortim de Montedor, também referido como Forte de Montedor e Forte de Paçô, localiza-se sobre a praia de Paçô, na freguesia de Carreço, concelho e distrito de Viana do Castelo, em Portugal.
Com o fim da Guerra da Restauração (1640-1668), foi um dos quatro fortins edificados no litoral entre Caminha e Viana do Castelo com o objetivo de reforçar a defesa da costa atlântica do Alto Minho, vulnerável a um possível ataque da Armada espanhola. Os demais foram o Forte da Vinha na Areosa, e os fortes do Cão e de Lagarteira em Vila Praia de Âncora. Estes somavam-se ao Forte da Ínsua, construído durante aquele conflito para defesa da barra sul do rio Minho.
Nessa linha, à época, foram remodeladas fortificações já existentes como o Castelo de Valença, o Castelo de Vila Nova de Cerveira e o Forte de Santiago da Barra. Para complemento da defesa da margem esquerda (sul) do rio Minho foi erguido o Forte de São Francisco de Lovelhe (ou de Lobelhe), em Vila Nova de Cerveira.
Fortificação marítima abaluartada, de pequenas dimensões e alçados simples, apresenta planta estrelada no estilo maneirista, sendo constituído por quatro baluartes desiguais. A face voltada ao mar é de forma curva, sendo a face oposta é côncava. Nesta rasga-se o portão de armas, em arco de volta perfeita. Em seu interior encontram-se as dependências de serviço, formando um corredor no centro da praça.
A sua tipologia estrutural apresenta semelhanças com os fortes da Areosa e do Cão, cuja planimetria constituiu, à época, um avanço no sistema de defesa e vigia. Acredita-se que este conjunto de fortes litorâneos possa ter sido delineado pelo mesmo arquiteto.

pt.wikipedia.org/wiki/Forte_de_Montedor

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Igreja de São Silvestre

Igreja de São Silvestre by VRfoto
Igreja de São Silvestre, a photo by VRfoto on Flickr.

LOUSÃ (Portugal): Igreja Paroquial da Lousã.

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Arquitetura religiosa, neoclássica. Igreja paroquial de planta longitudinal com nave, capela-mor semicircular, capelas laterais e sacristia, com coberturas interiores diferenciadas, em masseira na nave, em abóbadas de berço nas capelas e em meia cúpula na capela-mor, iluminada uniformemente por amplas janelas que se rasgam em todas as fachadas. Fachada principal com 3 corpos, sendo os laterais mais recuados, rematados em platibanda plena flanqueada por pináculos piramidais, com os vãos retilíneos rasgados em eixo com frontões alternadamente curvos e triangulares; erguendo-se a torre sineira quadrangular, sobre o corpo central, este com vãos em arco de volta perfeita compostos pelo portal com frontão triangular e janelão com o frontão curvo; assemelhando-se pela centralidade da torre, ao Santuário do Senhor da Serra (v. PT020609040003). Fachadas laterais rematadas por friso e cornija, rasgadas por portas transversais em arco de volta perfeitas. Interior com coro-alto de betão assente em colunas de ferro, capelas laterais confrontantes, e arco triunfal amplo de volta perfeita assente em pilastras toscanas. Contém na nave dois púlpitos com bacias de cantaria, dois retábulos laterais de perfil neoclássico, com alguma inspiração no barroco tardio denunciado na decoração; nas capelas laterais os retábulos são protobarrocos, em talha dourada e pintada.

info: www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=9514

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Igreja Matriz de Caminha

Igreja Matriz de Caminha by VRfoto
Igreja Matriz de Caminha, a photo by VRfoto on Flickr.

CAMINHA (Portugal): Interior da Igreja Matriz de Caminha.

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Igreja paroquial dedicada a Nossa Senhora da Assunção, um dos edifícios religiosos mais vastos e importantes do norte de Portugal.
Foi levantada no interior da antiga cerca medieval da vila, onde teria existido uma pequena capela românica; desta ainda restam um pórtico (obstruído) e uma cachorreira reusada do lado norte.
As obras foram iniciadas em 1488 pelos biscainhos Tomé de Tolosa e Francisco Fial, ao quais se seguiram outros mestres de origem biscainha e galega, os mais importantes sendo João de Tolosa e Pero Galego. A construção foi lenta, tendo terminado em 1556 com a torre da fachada principal; como resultado o templo apresenta uma complexa combinação de estilos e influências.
O edifício foi totalmente edificado com granito da região. A estrutura geral repete a planta de três naves, a central mais elevada, frequente em igrejas góticas do norte Portugal, embora incorporando elementos manuelinos e renascentistas.
As naves estão separadas por arcos de volta inteira assentes em colunas cilíndricas; acima dos arcos, na nave central, corre um valioso friso de azulejos policromados quinhentistas.
No interior merece realce o riquíssimo teto de alfarge que cobre as três naves, em madeira de castanho, considerado como umas melhores obras de carpintaria artística do país. Da autoria de Francisco Muñoz, entalhador galego natural de Tui, foi concluído em 1565. A sua decoração, com forte influência mudéjar, também incorpora elementos magrebinos e mesmo indianos, não tendo paralelo em Portugal. Foi cuidadosamente restaurado entre 1941 e 1943.

info: pt.wikipedia.org/

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Cadeiral do mosteiro de Arouca

Cadeiral do mosteiro de Arouca by VRfoto
Cadeiral do mosteiro de Arouca, a photo by VRfoto on Flickr.

AROUCA (Portugal): Cadeiral da igreja do mosteiro.

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O cadeiral do barroco nacional, em talha dourada e de 104 assentos dispostos em quatro filas, foi executado pelos mestres António Gomes e Filipe dos Santos. Os espaldares são preenchidos por pinturas narrando cenas da vida de S. Bernardo e Sta. Mafalda.

info: www.infopedia.pt/$mosteiro-de-arouca

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sábado, 4 de fevereiro de 2012

Fortaleza de Valença

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Fortaleza de Valença, a photo by VRfoto on Flickr.

VALENÇA (Portugal): Fortaleza.

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A fortificação de Valença, povoação na margem esquerda do rio Minho, na raia portuguesa com a Galiza, remonta à transição do século XII para o XIII. Destinava-se à defesa da povoação e da travessia daquele trecho do rio.
No contexto da Guerra da Restauração da independência portuguesa, essa fortificação lindeira foi inteiramente reformada com projeto do francês Miguel de l'Ècole. Desse modo, foram reconstruídos os muros para abraçar o perímetro estendido da vila, e erguidas novas estruturas abaluartadas, entre as quais:

- a chamada Coroada, com três baluartes (Santa Ana, São Jerônimo, e Santa Bárbara) e dois meio-baluartes (São José e Santo Antônio);
- abertos novos fossos, sobre os quais se ergueram relevos em talude;
- revelins para defesa de algumas cortinas;
- sete novos baluartes, a saber: Carmo, Esperança, Faro, Lapa, São Francisco, São João e Socorro.

Já com as primeiras obras em andamento, resistiu a uma incursão espanhola no início da guerra de Restauração (1643). Ainda em obras, caiu em mãos espanholas em 1654, para logo ser reconquistada por tropas portuguesas sob o comando do Conde de Castelo Melhor. As obras prosseguiam em 1661, para serem concluídas em 1713, quando o seu último arquiteto, Manuel Pinto de Vilalobos, a deu como concluída. Ao final do século XVIII, foram reforçados os muros do Paiol da Pólvora e levantado o Paiol do Açougue (1774).

info: pt.wikipedia.org/

Interior da igreja do mosteiro de Arouca

AROUCA (Portugal): Interior da igreja do mosteiro.

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O projeto da igreja e do coro, traçado em 1703, deve-se ao arquiteto maltês Carlos Gimac. A planta é composta por corpo retangular e cabeceira quadrangular. No corpo da nave abrem-se oito capelas de arco pleno, sobrepujadas por janelas alternando nichos com estátuas setecentistas em pedra de Ançã, da autoria da Jacinto Vieira - representando santas, figuras beneditinas e cistercienses. Uma destas capelas da igreja alberga a urna de Sta. Mafalda, em ébano e decorada com prata e cobre dourado.
Ao nível do coro alto, resplandecem as talhas douradas do varandim do órgão, dos atlantes que suportam a tubagem e das sanefas, constituindo uma espetacular composição barroca já com sugestões rocaille. Ainda no coro, é necessário chamar a atenção para o cadeiral do barroco nacional, em talha dourada e de 104 assentos dispostos em quatro filas, executado pelos mestres António Gomes e Filipe dos Santos. Os espaldares são preenchidos por pinturas narrando cenas da vida de S. Bernardo e Sta. Mafalda.
No topo da capela-mor, o retábulo em talha dourada, datado de 1723 e concebido por Luís Vieira da Cruz, alberga três imagens do barroco joanino - Anunciação, S. Bernardo e S. Bento. Joaninas são também as esculturas dos altares colaterais, afirmando-se neste núcleo escultórico uma das maiores riquezas artísticas de S. Pedro de Arouca.

info: www.infopedia.pt/$mosteiro-de-arouca

Romaria em Serpins... #2

Romaria em Serpins... #2 by VRfoto
Romaria em Serpins... #2, a photo by VRfoto on Flickr.

LOUSÃ (Portugal): Romaria em Serpins...

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Igreja de Santa Maria dos Anjos (matriz de Valença) #2

VALENÇA (Portugal): Igreja de Santa Maria dos Anjos (matriz de Valença).

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Trata-se de um templo românico do século XIII (1276), profundamente alterado nos inícios do século XX. A frontaria preserva ainda o seu primitivo portal, embora também já muito alterado. Em arco de volta inteira, o portal possui três arquivoltas assentes em colunelos rematados por capitéis vegetalistas. Outro vestígio medievo está na linha de modilhões da cornija das fachadas laterais, decorados com temas florais e geométricos.

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