quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Rua de Córdova

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CÓRDOVA (Espanha): Calle San Felipe.

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Igreja de São Nicolau

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Igreja de São Nicolau, a photo by VRfoto on Flickr.

CÓRDOVA (Espanha): Igreja de São Nicolau.

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A fundação da igreja remonta ao século XIII. Todavia, a passagem dos séculos deixou no imóvel marcas da passagem do tempo com a adição de novos elementos ou transformação dos existentes, tornando-se assim numa montra de vários estilos.
A torre tem uma forte componente militar, tendo sido construída sobre os restos de um minarete islâmico.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Plaza de las Tendillas

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Plaza de las Tendillas, a photo by VRfoto on Flickr.

CÓRDOVA (Espanha): Plaza de las Tendillas.

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Esta praça é considerada o centro de Córdova, é normalmente a escolhida para os eventos mais importantes como celebrações, manifestações, discursos, comemorações, etc.

David & Goliath

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vmribeiro.net

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Plaza de las Tendillas

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CÓRDOVA (Espanha): Plaza de las Tendillas.

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Esta praça é considerada o centro de Córdova, é normalmente a escolhida para os eventos mais importantes como celebrações, manifestações, discursos, comemorações, etc.

Caceres_Igreja_sao_Mateus

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Caceres_Igreja_sao_Mateus, a photo by VRfoto on Flickr.

CÁCERES (Espanha): Igreja de S. Mateus.
Encravada no ponto mais alto da cidade velha, esta igreja foi edificada sobre os restos de uma mesquita árabe. A sua construção, em estilo gótico tardio, data do século XVI e XVII, sendo a torre do século XVIII.

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sábado, 22 de dezembro de 2012

Rua de Córdova

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CÓRDOVA (Espanha): Bairro da Judiaria.

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Situado onde outrora se encontrava a medina muçulmana, a Judiaria é um intrincado labirinto de ruas muito estreitas, onde se concentram os edifícios mais emblemáticos de Córdova.

Bairro da Judiaria

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Bairro da Judiaria, a photo by VRfoto on Flickr.

CÓRDOVA (Espanha): Bairro da Judiaria.

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Situado onde outrora se encontrava a medina muçulmana, a Judiaria é um intrincado labirinto de ruas muito estreitas, onde se concentram os edifícios mais emblemáticos de Córdova.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Moinhos do Guadalquivir, em Córdova

CÓRDOVA (Espanha): Rio Guadalquivir.

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Capela-mor da Sé Velha

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Capela-mor da Sé Velha, a photo by VRfoto on Flickr.

COIMBRA (Portugal): Capela-mor da Sé Velha.

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Ao fundo da nave central salienta-se o flamejante retábulo gótico da capela-mor, lembrando um trabalho de ourivesaria, encomendado pelo bispo D. Jorge de Almeida aos flamengos Olivier de Gand e Jean d'Ypres, que o executaram a partir de 1498. O grandioso retábulo em talha dourada tem como tema principal a Glorificação da Virgem em Assunção. Aparecem também retratados os santos Pedro, Paulo, Cosme e Damião, tendo a predela ainda a representação dos evangelistas. Na parte superior do retábulo mostra-se o Calvário Redentor e Cristo Ressuscitado. O brasão do encomendante aparece justaposto por três vezes.

Info: www.infopedia.pt/$se-velha-de-coimbra

Calle Cardenal Herrero

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Calle Cardenal Herrero, a photo by VRfoto on Flickr.

CÓRDOVA (Espanha): Calle Cardenal Herrero.

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quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Torre da Mesquita / Catedral

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Torre da Mesquita / Catedral, a photo by VRfoto on Flickr.

CÓRDOVA (Espanha): Torre da Mesquita / Catedral.

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As primeiras notícias do uso do antigo minarete islâmico, mandado construir por Abd Al-Rahman III, como campanário cristão datam de 1360. Depois de uma grande tempestade, em 1589, ter danificado a torre o cabido decide remodelar esta em 1593, dando-se por terminado o trabalho em 1617. Curiosamente, trinta anos depois, a torre estava já em risco eminente, havendo necessidade de novas obras que, para consolidar a estrutura, desvirtuaram a Porta do Perdão.

info: www.artencordoba.com/MEZQUITA-CATEDRAL/Mezquita-Catedral-...

Altar da capela do Sacramento

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Altar da capela do Sacramento, a photo by VRfoto on Flickr.

COIMBRA (Portugal): Altar da capela do Sacramento, na Sé Velha.

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A Capela do Sacramento - colateral do lado norte - possui um excecional retábulo de João de Ruão, mandado construir pelo bispo D. João Soares, um dos participantes portugueses no Concílio de Trento. Concretizou-se este projeto à custa da demolição da parte posterior do absidíolo direito, da época românica do século XII, conservando-se o primeiro tramo de planta retangular, e constituindo-se um círculo perfeitamente definido pela cúpula que possui três séries de oito caixotões decorados com cartelas. Coroa o alto um elegante lanternim, fonte de iluminação deste espaço sagrado, onde se pode ler a data de 1566, ano em que foi terminado. Revestindo as paredes interiores da Capela vê-se o retábulo, grande composição arquitetónica de dois andares com nichos. O inferior apresenta, a separá-los, pilastras decoradas com elementos maneiristas que incluem molhadas de frutos e mascarões e cartelas de Antuérpia.
Tanto o pronunciado envasamento como os diversos entablamentos do retábulo encontram-se profusamente decorados de cartelas, querubins e outros motivos à nova maniera. O andar superior possui uma estrutura semelhante, mas com algumas variantes. A divisão dos nichos é realizada a partir de colunas da ordem coríntia, com exceção do nicho central, que apresenta colunas-balaústres e arco de volta perfeita, encimado por frontão triangular. Todo o retábulo possui um dinâmico jogo rítmico.
Magnífica também é a parte escultórica, onde se nota a evocação da gravitas romana, figuras alongadas e austeras.
O andar superior apresenta, no centro do Sagrado Concílio, a figura de Cristo, sereno e majestoso, abençoando a assembleia ali reunida, tendo a outra mão ocupada com o globo do Universo. Convergem para Cristo os olhares inquiridores e expectantes dos dez Apóstolos. Cada um possui o seu atributo individualizado, mas todos transportam o Novo Testamento. A parte inferior é centralizada pelo Sacrário da Capela, ladeado por anjos músicos em movimento. Em redor estão dispostas diversas figuras: à esquerda encontra-se provavelmente S. Tiago Menor, assim como Nossa Senhora com o Menino; no lado direito, os quatro Evangelistas.

Info: www.infopedia.pt/$se-velha-de-coimbra

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Porta dos três nomes

Porta dos três nomes by VRfoto
Porta dos três nomes, a photo by VRfoto on Flickr.

CÓRDOVA: Porta dos três nomes.

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Esta é conhecida como a porta dos três nomes: Porta da Pomba, Porta de São Lourenço ou Porta de S. Pedro. Atualmente, referem-se a ela como "Postigo do Palacio", talvez devido à proximidade com o Palácio Episcopal.
É muito curiosa porque mistura de forma harmoniosa o estilo gótico com o muçulmano. Sobre o primitivo arco em ferradura sobrepôs-se um gablete ogival com molduras verticais.

Claustro da Sé Velha #10

Claustro da Sé Velha #10 by VRfoto
Claustro da Sé Velha #10, a photo by VRfoto on Flickr.

COIMBRA (Portugal): Claustro da Sé Velha.

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O claustro da Sé Velha caracteriza-se por lá se terem processado as primeiras manifestações da arquitetura gótica. A criação gótica do claustro de mestres estrangeiros que criaram o traçado e a decoração. Utiliza-se aqui um formulário arquitetónico novo com reminiscências românicas visíveis na decoração capitelar. Chicó considera aqui a influência direta da primeira fase do gótico francês, atentando na harmonia da proporção e na decoração de alguns capitéis, na solidez dos arcos e no tipo de cobertura.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

"Calesa" Cordovesa

"Calesa" Cordovesa by VRfoto
"Calesa" Cordovesa, a photo by VRfoto on Flickr.

CÓRDOVA (Espanha): Calesa.

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A 'calesa' é um veículo tipicamente espanhol destinado ao transporte público. Tem duas grandes rodas e lugares para dois ocupantes. O cocheiro senta-se sobre a vara direita.

Caleche de Córdova

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Caleche de Córdova, a photo by VRfoto on Flickr.

CÓRDOVA (Espanha): Calesa.

A 'calesa' é um veículo tipicamente espanhol destinado ao transporte público. Tem duas grandes rodas e lugares para dois ocupantes. O cocheiro senta-se sobre a vara direita.

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domingo, 16 de dezembro de 2012

Tímpano do portal do Mosteiro de Santa Maria das Júnias

PITÕES DAS JÚNIAS (Portugal): Ruínas do Mosteiro de Santa Maria das Júnias.

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Portal em arco perfeito de duas arquivoltas, a interna lisa e de arestas vivas e a exterior decorada com lancetas, apresentando o friso que a envolve três estreitos bocéis e um zig-zag duplo, sobre impostas, decoradas com motivos cordiformes que se prolongam num friso em toda a fachada; o tímpano é vazado, formando ao centro uma cruz de Malta inscrita num círculo e de ambos os lados três perfurações circulares; o dintel, decorado com bandas de quadrifólios, apoia-se sobre mísulas também elas decoradas com círculos e cruzes. Encima o portal, fresta, estreita e alta.

info: www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=4170

sábado, 15 de dezembro de 2012

Claustro da Sé Velha #9

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Claustro da Sé Velha #9, a photo by VRfoto on Flickr.

COIMBRA (Portugal): Claustro da Sé Velha.

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O claustro, construído durante o reinado de Afonso II situa-se na transição para o gótico, encontrando-se no lado sul do templo. Cada face do claustro possui cinco arcos quebrados, envolvendo cada qual um par de arcos geminados de volta perfeita, rasgando-se em cada bandeira uma pequena rosácea decorada com traceria muito simples. Os tramos são quadrados, com as naves abobadadas, sendo so arcos torais ogivais muito apontados e os cruzeiros de volta inteira. Os capitéis dos arcos são de cesto delgado, maioritáriamente com decoração vegetalista.

info: pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A9_Velha_de_Coimbra

Atravessando a ponte romana de Córdova

CÓRDOVA (Espanha)

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Catedral Nova de Plasencia

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Plasencia_catedral_nova, a photo by VRfoto on Flickr.

PLASENCIA (Espanha): Catedral Nova.
A sua construção iniciou-se em 1498 e terminou em 1578. A catedral Nova tem duas magníficas fachadas de estilo plateresco, sendo a principal obra de Juan de Álava.

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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Vista da ponte romana e da mesquita-catedral

CÓRDOVA (Espanha): Vista da ponte romana e da mesquita-catedral.

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O povoado que viria a dar origem à cidade de Córdova ganhou importância no ano de 206 a.C., quando foi conquistado pelos romanos. Dessa época subsiste a ponte romana, com 16 arcos, que liga a parte central da cidade ao Campo de La Verdad, no outro lado do Rio Guadalquivir, a qual foi reconstruída pelos mouros.
No início do século VIII, quando começou a invasão muçulmana da península Ibérica, Córdova foi sede de um califado e Abd-ar-Rahman III o primeiro califa. Durante o domínio muçulmano foram construídos vários palácios, entre os quais a Cidade-Palácio de Medina Al-Azhara (Madinat al-Zahr), no ano de 936, que foi destruído e saqueado no século XI, mas que foi posteriormente restaurado. Existem também várias mesquitas, destacando-se a que se encontra no quarteirão mouro de Córdova, que tem cerca de 24 000 m², é sustentada por colunas e arcos e possui inscrições em ouro nos seus mosaicos. Foram ainda construídos outros edifícios públicos, no intuito de tornar Córdova uma cidade semelhante a Constantinopla, Damasco, Cairo e Bagdade.

Info: pt.wikipedia.org/

Torre de la Calahorra

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Torre de la Calahorra, a photo by VRfoto on Flickr.

CÓRDOVA (Espanha): Torre de la Calahorra.

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Foi edificada por Henrique II de Trastâmara para se defender dos ataques do seu irmão Pedro I, o Cruel. Está situada no que anteriormente foi um castelo árabe.
A torre tem planta de cruz latina com três braços formados por torres quadradas unidas por quartos de cilindro e rematadas com ameias. Está situada numa das margens da ponte romana e foi testemunha de numerosos enfrentamentos. É agora Sede do Museu Vivo do Al-Andalus.

Info: www.spain.info/pt/conoce/monumentos/cordoba/torre_de_la_c...

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Roman bridge of Cordoba

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Roman bridge of Cordoba, a photo by VRfoto on Flickr.

CÓRDOVA (Espanha): Ponte romana sobre o rio Guadalquivir.

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Ponte romana de Córdova

Ponte romana de Córdova by VRfoto
Ponte romana de Córdova, a photo by VRfoto on Flickr.

CÓRDOVA (Espanha): Ponte romana sobre o rio Guadalquivir.

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Construída no século I d.C., durante o domínio romano em Córdova, sobre o rio Guadalquivir, tem um comprimento de 331 metros e é composta por 16 arcos. Foi, durante séculos, o único ponto para cruzar o rio sem utilizar qualquer tipo de embarcação.
Ao longo da sua história sofreu inúmeras reconstruções. Julga-se que apenas dois arcos são originais. Em 2004, converteu-se numa ponte apenas pedonal. A última grande remodelação ocorreu entre 2006 e 2008, em que o restauro foi profundo, a cargo do arquitecto cordovês Juan Cuenca Montilla. Este mandou pôr a nu a silharia original, numa obra não isenta de polémica.

Rio no Gerês

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Rio no Gerês, a photo by VRfoto on Flickr.

Parque Nacional Peneda Gerès (Portugal)

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Capela do Senhor da Pedra

Capela do Senhor da Pedra by VRfoto
Capela do Senhor da Pedra, a photo by VRfoto on Flickr.

MIRAMAR (Portugal): Capela do Senhor da Pedra.

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Esta Capela, que assenta num rochedo, junto ao mar e tem planta hexagonal, foi construída no século XVII e tem três belos retábulos rocócó. A origem do culto a Cristo como Senhor da Pedra poderá ter origem num antigo e pagão culto de carácter naturalista, muito frequente entre os povos pré-cristãos, cujas divindades eram veneradas em elementos da natureza e, posteriormente, adaptado à nova Fé. Ideia reforçada pela não menos intrigante 'pegada do Boi Bento', indissociável do culto do Senhor da Pedra.

info: www.cm-gaia.pt/

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Farol de Leça

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Farol de Leça, a photo by VRfoto on Flickr.

LEÇA DA PALMEIRA (Portugal): Farol de Leça.

O Farol de Leça, também conhecido como Farol da Boa Nova é um farol português que fica localizado em Leça da Palmeira, cidade de Matosinhos, Distrito do Porto.
Torre cónica branca, em cimento armado, com faixas estreita pretas e edifícios anexos de um e dois pavimentos. Lanterna pintada de vermelho e varandim de serviço.
Segundo maior farol do país, situa-se entre as barras dos rios Ave e Douro, a cerca de dois quilómetros a Norte da foz do rio Leça onde está implantado o Porto de Leixões.
Em edifício anexo existe um pequeno museu, também visitável, com uma exposição de peças e mecanismos ligados à temática dos faróis. No recinto exterior encontra-se ainda a coluna e lanterna do antigo Farolim das Sobreiras.
O farol situa-se a uma altitude de 57 metros acima do nível do mar, e tem uma altura de 46 metros.
A sua luz, de cor branca, alcança aproximadamente 28 milhas náuticas (52 quilômetros) e o seu sistema iluminante é constituído por uma ótica de cristal direcional rotativa com seis lentes. O seu sinal luminoso distingue-o de todos os outros por produzir três lampejos luminosos de 14 em 14 segundos.

info: pt.wikipedia.org/

Mosteiro de Pitões das Júnias

PITÕES DAS JÚNIAS (Portugal): Mosteiro de Santa Maria das Júnias.

Mosteiro de Pitões das Júnias

PITÕES DAS JÚNIAS (Portugal): Mosteiro de Santa Maria das Júnias.

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O Mosteiro de Santa Maria das Júnias encontra-se localizado, num vale que fica a dois quilómetros a Sul da aldeia de Pitões das Júnias, na província de Trás-os-Montes. Pertence ao distrito de Vila Real, concelho de Montalegre, freguesia de Pitões das Júnias e localiza-se num vale estreito, de difícil acesso, isolado numa região fronteiriça.
Para se desfrutar de uma vista geral do mosteiro é necessário subir as encostas das serras que ficam de um lado e do outro da ribeira Campesinho. Subindo a encosta da serra a nascente, vê-se a fachada posterior da igreja, com o muro do cemitério à direita e, à esquerda, a ala dos monges, que se desenvolve ao longo da ribeira. Ao subir a encosta poente tem-se uma vista panorâmica que permite ver a fachada principal da igreja, a fachada Sul, o claustro e todo o complexo monástico.
Segundo um documento existente no cartório bracarense, o mosteiro de Santa Maria das Júnias, remonta aos finais do século IX, tendo sido inicialmente apenas um pequeno ermitério.
Na fachada Norte da Igreja está gravada a data 1147, que é unanimemente apontada pelos vários autores como a data da fundação ou da sagração da igreja.
O mosteiro acabou por entrar em decadência, nos finais do século XV, depois da morte do abade Dom Gonçalo Coelho, tendo sido abandonado por volta de 1520, ano em que o comendatário Estêvão da Costa, clérigo secular, tomou a seu cargo o governo da Igreja de Júnias.

info: www2.fcsh.unl.pt/iem/medievalista/MEDIEVALISTA4/medievali... (adaptado)

domingo, 9 de dezembro de 2012

Mosteiro de Pitões das Júnias

PITÕES DAS JÚNIAS (Portugal): Mosteiro de Santa Maria das Júnias.

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O Mosteiro de Santa Maria das Júnias encontra-se localizado, num vale que fica a dois quilómetros a Sul da aldeia de Pitões das Júnias, na província de Trás-os-Montes. Pertence ao distrito de Vila Real, concelho de Montalegre, freguesia de Pitões das Júnias e localiza-se num vale estreito, de difícil acesso, isolado numa região fronteiriça.
Para se desfrutar de uma vista geral do mosteiro é necessário subir as encostas das serras que ficam de um lado e do outro da ribeira Campesinho. Subindo a encosta da serra a nascente, vê-se a fachada posterior da igreja, com o muro do cemitério à direita e, à esquerda, a ala dos monges, que se desenvolve ao longo da ribeira. Ao subir a encosta poente tem-se uma vista panorâmica que permite ver a fachada principal da igreja, a fachada Sul, o claustro e todo o complexo monástico.
Segundo um documento existente no cartório bracarense, o mosteiro de Santa Maria das Júnias, remonta aos finais do século IX, tendo sido inicialmente apenas um pequeno ermitério.
Na fachada Norte da Igreja está gravada a data 1147, que é unanimemente apontada pelos vários autores como a data da fundação ou da sagração da igreja.
O mosteiro acabou por entrar em decadência, nos finais do século XV, depois da morte do abade Dom Gonçalo Coelho, tendo sido abandonado por volta de 1520, ano em que o comendatário Estêvão da Costa, clérigo secular, tomou a seu cargo o governo da Igreja de Júnias.

info: www2.fcsh.unl.pt/iem/medievalista/MEDIEVALISTA4/medievali... (adaptado)

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Claustro do Mosteiro de Pitões das Júnias

PITÕES DAS JÚNIAS (Portugal): Claustro do Mosteiro de Santa Maria das Júnias.

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Do claustro resta apenas uma parte da arcada do lado S. da nave. É composta por três arcos de volta perfeita e delimitada por pilares quadrados nos extremos. As pequenas colunas geminadas possuem bases e fustes lisos, capitéis com folhas e volutas, ábacos baixos, lisos e biselados. Um muro de pedra vã, adossado à fachada lateral N. da igreja, delimita um recinto sub-rectangular, com acesso por portão de ferro, utilizado como cemitério.

info: www.monumentos.pt/

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Mosteiro de Santa Maria das Júnias

PITÕES DAS JÚNIAS (Portugal): Mosteiro de Santa Maria das Júnias.

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O Mosteiro de Santa Maria das Júnias encontra-se localizado, num vale que fica a dois quilómetros a Sul da aldeia de Pitões das Júnias, na província de Trás-os-Montes. Pertence ao distrito de Vila Real, concelho de Montalegre, freguesia de Pitões das Júnias e localiza-se num vale estreito, de difícil acesso, isolado numa região fronteiriça.
Para se desfrutar de uma vista geral do mosteiro é necessário subir as encostas das serras que ficam de um lado e do outro da ribeira Campesinho. Subindo a encosta da serra a nascente, vê-se a fachada posterior da igreja, com o muro do cemitério à direita e, à esquerda, a ala dos monges, que se desenvolve ao longo da ribeira. Ao subir a encosta poente tem-se uma vista panorâmica que permite ver a fachada principal da igreja, a fachada Sul, o claustro e todo o complexo monástico.
Segundo um documento existente no cartório bracarense, o mosteiro de Santa Maria das Júnias, remonta aos finais do século IX, tendo sido inicialmente apenas um pequeno ermitério.
Na fachada Norte da Igreja está gravada a data 1147, que é unanimemente apontada pelos vários autores como a data da fundação ou da sagração da igreja.
O mosteiro acabou por entrar em decadência, nos finais do século XV, depois da morte do abade Dom Gonçalo Coelho, tendo sido abandonado por volta de 1520, ano em que o comendatário Estêvão da Costa, clérigo secular, tomou a seu cargo o governo da Igreja de Júnias.

info: www2.fcsh.unl.pt/iem/medievalista/MEDIEVALISTA4/medievali... (adaptado)

Senhor da Pedra

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Senhor da Pedra, a photo by VRfoto on Flickr.

MIRAMAR (Portugal): Senhor da Pedra.

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domingo, 2 de dezembro de 2012

Igreja de Nossa Senhora-a-Branca

BRAGA (Portugal): Igreja de Nossa Senhora-a-Branca.

Originalmente a igreja, do século dezoito, chamava-se Igreja de Nossa Senhora das Neves. Como no nicho central da fachada da igreja está uma Nossa Senhora vestida de branco o povo passou a chamar Senhora-a-Branca, denominação atual da igreja.
É uma igreja barroca de planta longitudinal, com uma só nave, uma torre sineira e uma sacristia, em eixo, seguindo o esquema tradicional bracarense. O portal principal em arco pleno possui dois pares de colunas toscanas, um friso decorado e a imagem da padroeira com a data de 1771, no cimo. A fachada principal é revestida a azulejos de estampilha de cor branca, rosa, castanha e azul.

Info: pt.wikipedia.org/;
www.igogo.pt/

sábado, 1 de dezembro de 2012

Igreja de Nossa Senhora-a-Branca

BRAGA (Portugal): Igreja de Nossa Senhora-a-Branca.

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Originalmente a igreja, do século dezoito, chamava-se Igreja de Nossa Senhora das Neves. Como no nicho central da fachada da igreja está uma Nossa Senhora vestida de branco o povo passou a chamar Senhora-a-Branca, denominação atual da igreja.
É uma igreja barroca de planta longitudinal, com uma só nave, uma torre sineira e uma sacristia, em eixo, seguindo o esquema tradicional bracarense. O portal principal em arco pleno possui dois pares de colunas toscanas, um friso decorado e a imagem da padroeira com a data de 1771, no cimo. A fachada principal é revestida a azulejos de estampilha de cor branca, rosa, castanha e azul.

Info: pt.wikipedia.org/;
www.igogo.pt/

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