quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Do Castelo do Queijo ao Edifício Transparente

PORTO (Portugal)

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Do Castelo do Queijo ao Edifício Transparente

PORTO (Portugal)

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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Torre de menagem do Castelo de Beja

BEJA (Portugal): Torre de menagem do Castelo de Beja.

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A robusta Torre de Menagem, em estilo gótico, é considerada como um dos mais belos exemplos da arquitectura militar da Idade Média em Portugal. Elevando-se a quarenta metros de altura (a mais alta do país), é constituída por três pavimentos. A torre apresenta balcões angulares sobre matacães, unidos por varandins defendidos por ameias piramidais. É rasgada por portas ogivais e janelas geminadas, em arco de ferradura. As salas em seu interior, ricamente decoradas, apresentam tetos em abóbada em cruzaria de ogivas.

info: pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Beja

Torre do Castelo de Beja

Torre do Castelo de Beja by VRfoto
Torre do Castelo de Beja, a photo by VRfoto on Flickr.

BEJA (Portugal): Torre de menagem do Castelo de Beja.

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A robusta Torre de Menagem, em estilo gótico, é considerada como um dos mais belos exemplos da arquitectura militar da Idade Média em Portugal. Elevando-se a quarenta metros de altura (a mais alta do país), é constituída por três pavimentos. A torre apresenta balcões angulares sobre matacães, unidos por varandins defendidos por ameias piramidais. É rasgada por portas ogivais e janelas geminadas, em arco de ferradura. As salas em seu interior, ricamente decoradas, apresentam tetos em abóbada em cruzaria de ogivas.

info: pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Beja

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Castelo de Beja

Castelo de Beja by VRfoto
Castelo de Beja, a photo by VRfoto on Flickr.

BEJA (Portugal): Torre de menagem do Castelo de Beja.

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A robusta Torre de Menagem, em estilo gótico, é considerada como um dos mais belos exemplos da arquitectura militar da Idade Média em Portugal. Elevando-se a quarenta metros de altura (a mais alta do país), é constituída por três pavimentos. A torre apresenta balcões angulares sobre matacães, unidos por varandins defendidos por ameias piramidais. É rasgada por portas ogivais e janelas geminadas, em arco de ferradura. As salas em seu interior, ricamente decoradas, apresentam tetos em abóbada em cruzaria de ogivas.

info: pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Beja

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Igreja de São Tiago (Sé Catedral de Beja)

BEJA (Portugal): Sé Catedral de Beja / Igreja de São Tiago.

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Edifício do século XVI que mantém a sua estrutura de igreja-salão. A igreja destaca-se pelas grandes dimensões, pela criação de um espaço unitário e pela influência de soluções formais tomadas da tratadística que remetem para uma das elaboradas criações da Arquitetura Chã no Sul do país. No interior merecem destaque alguns altares protobarrocos e um conjunto de telas de André Reinoso. São igualmente dignos de nota os retábulos de talha dourada e policromada, os painéis de azulejaria e imaginária. Foi reconstruída em 1590, no local da primitiva igreja de Santiago Maior.

info: www.igogo.pt/se-catedral-de-beja/

Rua Dr. Aresta Branco

Rua Dr. Aresta Branco by VRfoto
Rua Dr. Aresta Branco, a photo by VRfoto on Flickr.

BEJA (Portugal): Rua Dr. Aresta Branco.

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terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Igreja de Santa Maria

Igreja de Santa Maria by VRfoto
Igreja de Santa Maria, a photo by VRfoto on Flickr.

BEJA (Portugal): Igreja de Santa Maria.

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A notícia mais antiga sobre este templo de Beja, erguido no Largo do Provir, remonta ao ano de 1282, nada se tendo conservado dessa época. Reconstruída no século XV, Santa Maria possui ainda marcas indeléveis de renovações efetuadas em épocas posteriores.O exterior da frontaria é marcado pelo nártex gótico, coberto por abóbada de aresta e assente em três arcos ogivais, com colunas pequenas e reforçados por cilíndricos contrafortes-botaréus. O seu coroamento é feito por coruchéus cónicos com merlões chanfrados, estrutura que a aparenta a outros monumentos alentejanos do gótico final, nomeadamente com S. Brás de Évora ou S. Sebastião do Alvito, entre outros.De feição renascentista, o corpo da igreja é composto por três naves divididas por colunas graníticas da ordem toscana, mas sem capitéis, possuindo alguns altares laterais de talha barroca dos séculos XVII-XVIII.
A ábside conserva o desenho poligonal da arte gótica quatrocentista, embora as suas frestas originais tenham sido entaipadas e substituídas por grandes janelas, rasgadas nas paredes da capela-mor nos finais do século XVIII. No lado de Evangelho, a Capela de N. S. do Rosário possui uma magnífica composição escultórica de "Árvore de Jessé", datada de 1686. A Capela do S. Sacramento guarda uma bela pintura de Pedro Alexandrino, de cerca de 1792, alusiva à Última Ceia de Cristo.

info: www.infopedia.pt/$igreja-de-santa-maria-%28beja%29

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Real Mosteiro de Nossa Senhora da Conceição

BEJA (Portugal): Real Mosteiro de Nossa Senhora da Conceição.

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O Real Mosteiro de Nossa Senhora da Conceição foi fundado na segunda metade do século XV pelos Infantes D. Fernando, primeiro duque de Beja, e sua mulher, D. Beatriz, pais da rainha D. Leonor e do futuro rei D. Manuel I.
Construído a partir de um pequeno retiro de freiras contíguo ao palácio dos Infantes, o Convento de Conceição pertencia à ordem de Santa Clara e encontrava-se sob jurisdição franciscana.
Do seu aspecto geral ainda hoje subsistem algumas influências do tardo-gótico em Portugal, nomeadamente o portal gótico flamejante da igreja, as janelas de duplo arco tipicamente mudejar e a platibanda rendilhada, que revelam uma importante transição para o Manuelino.

info: www.museuregionaldebeja.net/

Praia do Canidelo

Praia do Canidelo by VRfoto
Praia do Canidelo, a photo by VRfoto on Flickr.

VILA NOVA DE GAIA (Portugal): Praia do Canidelo.

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Praça de Serpa

Praça de Serpa by VRfoto
Praça de Serpa, a photo by VRfoto on Flickr.

SERPA (Portugal)

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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Câmara Municipal de Serpa

Câmara Municipal de Serpa by VRfoto
Câmara Municipal de Serpa, a photo by VRfoto on Flickr.

SERPA (Portugal): Praça da República.

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Igreja de S. João Batista em Moura

MOURA (Portugal): Igreja de S. João Batista, matriz de Moura.

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A nova Igreja Matriz de Moura, consagrada a S. João Batista, foi construída nos finais do século XV, no mesmo local da anterior paroquial. De planta muito simples, a Matriz desenvolve-se num retângulo dividido em três naves - com a central mais elevada - de cinco tramos e cabeceira quadrangular. Embora não se conheça o nome do arquiteto desta igreja do gótico final, é plausível aceitar que o grande mestre régio Diogo de Arruda tenha colaborado em alguns pormenores manuelinos de exceção.A fachada, reconstruída após o desmonoramento de inícios do século XVIII, mantém o magnífico pórtico manuelino composto por dois pares de colunelos - o interior liso e o exterior ornado de semiesferas - que sustentam capitéis, de onde arranca um arco trilobado sobrepujado por um arco de carena coroado por pináculo.
O vão criado entre os dois colunelos é profusamente decorado com motivos vegetalistas estilizados, assim como os capitéis e o lintel. O tímpano é preenchido ao centro pelo escudo real, ladeado por duas esferas armilares e delimitado por dois pináculos assentes em mísulas adossadas aos capitéis. Compõe ainda a frontaria uma torre sineira, reduzida a duas faces, com um balcão renascentista - da autoria do mestre local João de Morais - formado por duas colunas da ordem jónica, sustentando frontão triangular que encerra uma cruz da Ordem de Avis. Este balcão foi construído para se celebrar missa aos presos da cadeia situada em frente.

info: www.infopedia.pt/$igreja-matriz-de-moura

VR Stock Photo

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Casa dos repuxos

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Casa dos repuxos, a photo by VRfoto on Flickr.

CONIMBRIGA (Portugal): Casa dos Repuxos.

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A Casa dos Repuxos, com uma área de 569 m², pavimentada com mosaicos e com um jardim central (Peristilo), onde se conservava todo um sistema de canalizações com mais de 500 repuxos, para onde se abriam os principais espaços da casa.

info: pt.wikipedia.org/

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Casa dos Repuxos

Casa dos Repuxos by VRfoto
Casa dos Repuxos, a photo by VRfoto on Flickr.

CONIMBRIGA (Portugal): Casa dos Repuxos.

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A Casa dos Repuxos, com uma área de 569 m², pavimentada com mosaicos e com um jardim central (Peristilo), onde se conservava todo um sistema de canalizações com mais de 500 repuxos, para onde se abriam os principais espaços da casa.

info: pt.wikipedia.org/

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Rua de Moura

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MOURA (Portugal)

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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Casa de Cantaber em Conimbriga

Casa de Cantaber em Conimbriga by VRfoto
Casa de Cantaber em Conimbriga, a photo by VRfoto on Flickr.

CONIMBRIGA (Portugal): Ruínas da casa de Cantaber.

A casa de Cantaber ocupou uma ínsula muito central no padrão urbano de Conimbriga. Com um dos lados menores abertos para o trívio que é nodal no vicus novus da parte Leste da cidade (acrescentada pela muralha augustana ao velho perímetro do povoado indígena) o fechamento da casa em todos os três restantes lados (exceção feita à porta da área de serviços) contribuiria por si só para fazer convergir no pórtico de entrada a atenção dos viandantes.

O enorme vestíbulo, num arranjo que se conhece também na casa dos repuxos, abre-se para o peristilo central por três vãos de abertura desigual (o central mais amplo). O peristilo central de 6 x 8 colunas (contando duas vezes as dos cantos) organizava todos os espaços da casa, mas era contido nas suas aberturas: uma cela a Norte, três (antes quatro) portas a Sul, uma exedra à direita. A exedra é de pequenas dimensões e o seu modesto mosaico, com grande efeito decorativo embora, fazia apelo a um material pouco nobre como as tesselas cerâmicas.

O tanque central do peristilo reproduz, num esquema simples mas que é tornado grandioso pelas dimensões, o padrão dos canteiros ajardinados implantados num espelho de água que se conhece em Conimbriga e que tem sido atribuído a ecos da arquitetura imperial de Roma. Também aqui existia um sistema de repuxos múltiplos e, descoberta que se deve ao excelente trabalho de conservação levado a cabo, deve ter existido um programa decorativo de estatuária de pequenas dimensões, que deve ter ocupado os plintos cujos embasamentos se detetam sistematicamente como recortes quadrangulares que se abrem nas lajes que rematam o mosaico nos intercolúnios ou, onde elas já faltam, como engrossamentos da argamassa que as suportavam. A estatueta de Minerva, que é um dos mais conhecidos achados de Conimbriga, provém do tanque central, mas não é seguro que fosse essa uma das estatuetas em questão, a sua demasiado pequena dimensão não parece compatível com os cerca de 15 x 15 cm de planta que os plintos, ou dados, devem ter tido.

Ao fundo do peristilo, axialmente, entrava-se para o triclínio. O eixo visual prolongava-se para o exterior através da janela fundeira e, uma vez entrado, o visitante assistia à multiplicação deste eixo, bilateralmente, pelas janelas laterais, que davam para os tanques, da mesma forma que passagens davam acesso a outros sectores da casa, o do peristilo lobulado (que deve ter sido uma copa) à zona de serviços. Esta cenografia era arquitetónica e socialmente o fulcro da casa e, dois passos dados dentro do triclínio, o visitante está sensivelmente a meia distância no espaço que a casa ocupa.

À esquerda da ala Sul do peristilo tinha-se acesso ao sector de peristilo, lobulado.

Ao sector oeste podia chegar-se diretamente do vestíbulo, que era uma cela ostiaria, provida de lareira elevada sobre soco de pedra. Um corredor, que vencia um desnível importante (não é completamente claro se recorreu a degraus) dava acesso a uma sala de serviços e, através de um estreitíssimo corredor instalado sobre uma cloaca, ao peristilo. Para este abriam duas salas: uma coberta de mosaico simples, mas que parece ter comportado um emblema e outra, incompletamente escavada, mas que parece poder reconstituir-se como uma cenatio.

Voltando ao vestíbulo, tinha-se dele acesso, pela esquerda de quem entrava, ao sector residencial da casa.

O grande retângulo, desenhado pelas salas que abrem para o peristilo em π ou que com estas comunicam, constitui sem dúvida a parte privada da casa, dotada de cubículos e de uma cenatio própria. A sua construção parece ter sido homogénea, ainda que algumas vezes remodelada a nível de decoração (estuques e o próprio peristilo); faz parte, portanto, da fase mais marcante da existência da casa.

Uma das salas, coberta de um simples mosaico branco, tal como os corredores adjacentes, servia de tampão a um acesso demasiado imediato ao peristilo. Para ela abria-se uma pequena cela e para o corredor abria-se um pequeno cubículo cuja entrada era constituída por porta e cancela ( ? ) assente sobre uma pequena soleira de pedra.

Entrava-se no peristilo pelo canto Sudoeste.

Na ala à esquerda abria-se a porta para a grande sala cuja localização, dimensões e padrão de pavimento musivo (assumindo como correta a nossa restituição) fazem identificar como uma cenatio.

Na ala Sul ficava um grande cubículo, de cuja decoração pouco sabemos, dada a degradação sofrida pela estrutura, mas que devia ter ecos do padrão também utilizado na sala da caçada na Casa dos repuxos (pilastras ritmando painéis), e uma outra sala cuja função era mais de corredor do que de estância, a julgar pela sua planta alongada e pela função de circulação que inevitavelmente tinha. Cubículo e corredor comunicam não só pelo peristilo, mas também diretamente.

Ao fundo deste corredor ficava outro cubículo que, por sua vez, abria para uma sala de receção que articulava três blocos distintos da casa. Esta sala, para além de dar acesso, como se viu, à parte residencial da casa, abria, por uma porta de dois batentes e trinco, para o peristilo central. Abria ainda, para uma das alas do peristilo lobulado. Esta entrada era marcada por duas colunas e, no mosaico, por um tapete com decoração geométrica. Esta marcação arquitetónica do eixo principal de circulação é muito interessante na medida em que contrasta com outros pontos morfologicamente idênticos na estruturação da casa, mas que não têm aparato arquitetónico comparável.

Esta sucessão de compartimentos ficava, portanto, demarcada por um espaço tampão provido de instalações para pessoal servil que guardasse a entrada e por uma sala cuja relação com os espaços circundantes pode ser alterada conforme a circunstâncias (virtude da porta com trinco) mas cujo o eixo de circulação normal é marcado simbolicamente.

O conjunto dos compartimentos é, porventura, o mais interessante da casa. Infelizmente, foi também um dos que mais sofreu, ao longo dos tempos de abandono, soterramento e reexposição da casa. Dos seus mosaicos restam dois em bom estado e vestígios de outros três enquanto outros dois se perderam por completo, mas a sua arquitetura, no essencial, resistiu.

Entrava-se neste sector pelo canto Sudoeste, fosse vindo da parte residencial da casa, entrando-se por isso diretamente do peristilo central, ou, ainda por aí, do triclínio central. A entrada faz-se, portanto, obliquamente: todavia, é a axialidade do conjunto que é marcante.

O peristilo é ladeado por três pares de ambientes distintos entre si. A Oeste abrem para as alas e têm uma curiosa janela diretamente aberta para o implúvio. A Leste constituem uma espécie de pavilhões isolados pelas alas que estabelecem o verdadeiro eixo deste sector, que liga a porta de acesso da parte residencial da casa à porta de acesso ao viridário. Estas alas têm o seu pavimento coberto por um mosaico idêntico, o que reforça a axialidade. O eixo fundamental de circulação entre a parte residencial e o jardim da casa é assim enquadrado por um conjunto de salas que se devem classificar como diaetae. Também aqui a cenografia é importante. Ao visitante é oferecido, mais além, um eixo suplementar, mais íntimo, para ver o jardim. Um eixo paralelo, mais monumentalizado, é o último reduto do habitante (o que explica a colocação escolhida tardiamente para o conjunto) e é à porta que encontramos aquele curioso motivo apotropaico do labirinto de tipo Mogor.

Info: www.conimbriga.pt/portugues/ruinas03.html

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Fonte das Três Bicas

Fonte das Três Bicas by VRfoto
Fonte das Três Bicas, a photo by VRfoto on Flickr.

MOURA (Portugal): Fonte das Três Bicas.

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Fontanário monumental em mármore, situado junto à entrada do jardim Dr. Santiago. Embora a inscrição aponte para a sua construção em 1815 este fontanário resultou certamente do aproveitamento de um outro anteriormente existente. Era utilizado pelo aguadeiro para encher a pipa do seu carro e fazer a venda de água porta-a-porta. Possui uma inscrição comemorativa e um retrato de D. João VI. Foi restaurado em 1960.

info: www.mouraturismo.pt/

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