domingo, 30 de junho de 2013

Rua de Linhares da Beira

Rua de Linhares da Beira by VRfoto
Rua de Linhares da Beira, a photo by VRfoto on Flickr.

LINHARES DA BEIRA (Portugal)

Linhares, aldeia histórica do concelho de Celorico da Beira, é um autêntico museu ao ar livre. Com um passado rico bem guardado até aos nossos dias, cada uma das pedras das magníficas ruas que aqui existem, contam histórias fantásticas, e revelam a importância que esta aldeia teve no passado.
Situada na vertente ocidental da Serra da Estrela, à altitude de 180 metros, esta vila de fundação medieval oferece ao visitante magníficas paisagens montanhosas, típicas da Beira, de ar puro, e águas frescas e puras, cultura, artes medievais e renascentistas.

info: www.guiadacidade.pt/pt/poi-linhares-da-beira-14597


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sexta-feira, 28 de junho de 2013

Ponte de Foz do Sousa

Ponte de Foz do Sousa by VRfoto
Ponte de Foz do Sousa, a photo by VRfoto on Flickr.

GONDOMAR (Portugal): Ponte de Foz do Sousa.

Ponte em betão sobre o Rio Sousa - Projetada pelo Eng. Edgar Cardoso, serviu de projeto para a ponte da Arrábida, junto à foz do rio Douro.

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quinta-feira, 27 de junho de 2013

Ponte de Foz do Sousa

Ponte de Foz do Sousa by VRfoto
Ponte de Foz do Sousa, a photo by VRfoto on Flickr.

GONDOMAR (Portugal): Ponte de Foz do Sousa.

Ponte em betão sobre o Rio Sousa - Projetada pelo Eng. Edgar Cardoso, serviu de projeto para a ponte da Arrábida, junto à foz do rio Douro.

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quarta-feira, 26 de junho de 2013

Rua da Judiaria

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Rua da Judiaria, a photo by VRfoto on Flickr.

FOLGOSINHO (Portugal): Rua da Judiaria.

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Aldeia de Folgosinho

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Aldeia de Folgosinho, a photo by VRfoto on Flickr.

FOLGOSINHO (Portugal)

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Folgosinho é uma bonita freguesia pertencente ao concelho de Gouveia, situada na encosta Norte da Serra da Estrela, a 933 metros de altitude, sendo conhecida por ter sido, segundo a tradição, o local de nascimento do grande guerreiro Lusitano: Viriato.

A pitoresca vila ergue-se numa grande cordilheira, banhada por três ribeiras que lhe proporcionaram ao longo dos séculos fertilidade e auxiliaram na fixação das populações. Daqui, a vista é magnífica, descortinando não só a maravilhosa natureza circundante, mas também cidades vizinhas e mais afastadas, como Mangualde, Celorico da Beira, Viseu ou mesmo Guarda.

info: www.guiadacidade.pt/pt/poi-folgosinho-16977

terça-feira, 25 de junho de 2013

Frias

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Frias, a photo by VRfoto on Flickr.

FRÍAS (Espanha)

Frías é a cidade mais pequena de Espanha, com uma superfície de 32 Km2 e uma população de 284 habitantes (dados de 2007).
Impressiona o seu aspeto ainda medievo, que deve a sua origem a Afonso VIII. Este ergueu-a no cimo da rocha, no século XII.
No século XVI chegou a ter mais de 6000 habitantes. Hoje, esta localidade, vive quase exclusivamente do turismo.


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Castelo de Folgosinho

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Castelo de Folgosinho, a photo by VRfoto on Flickr.

FOLGOSINHO (Portugal): Castelo de Folgosinho.

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Encimando a bonita vila de Folgosinho, na vertente Norte da Serra da Estrela, o Castelo de Folgosinho compunha um triângulo defensivo no vale do rio Mondego, juntamente com o de Linhares e o de Celorico da Beira.

As origens do Castelo são difusas, dizendo o saber popular que s sua fundação terá sido atribuída ao guerreiro Viriato, que aqui terá nascido, enquanto que outros estudos arqueológicos apontam para uma fundação medieval, na continuação do povoamento da região.

Não obstante, sabe-se que a primitiva ocupação humana dos sítios do castelo e da povoação remonta a dois castros pré-romanos.

O Castelo é um diminuto recinto circular, situado a cerca de 933 metros acima do nível do mar, construído com pedra de quartzo branco-rosado, conferindo-lhe uma beleza única.
A porta principal está voltada a Ocidente e, do lado oposto, ergue-se a torre de menagem, que tem sobrevivido ao passar dos tempos.

O Castelo foi classificado como Imóvel de interesse Público a 25 de Março de 1936, e é hoje a maior atracção da bonita vila de Folgosinho.

info: www.guiadacidade.pt/pt/poi-castelo-de-folgosinho-16978

segunda-feira, 24 de junho de 2013

Aldeia do Folgosinho

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Aldeia do Folgosinho, a photo by VRfoto on Flickr.

FOLGOSINHO (Portugal)

Folgosinho é uma bonita freguesia pertencente ao concelho de Gouveia, situada na encosta Norte da Serra da Estrela, a 933 metros de altitude, sendo conhecida por ter sido, segundo a tradição, o local de nascimento do grande guerreiro Lusitano: Viriato.

A pitoresca vila ergue-se numa grande cordilheira, banhada por três ribeiras que lhe proporcionaram ao longo dos séculos fertilidade e auxiliaram na fixação das populações. Daqui, a vista é magnífica, descortinando não só a maravilhosa natureza circundante, mas também cidades vizinhas e mais afastadas, como Mangualde, Celorico da Beira, Viseu ou mesmo Guarda.

As origens de Folgosinho são remotas, como o comprovam os vestígios de dois Castros pré-históricos, tendo sido uma povoação de difíceis acessos, praticamente até inícios do século XX, deste modo muito fechada nela própria, mantendo fortes tradições durante a passagem dos séculos.

Esta pequena vila de ruas tradicionais serranas, tem a particularidade de ter as suas ruas decoradas com quadras populares, encimadas pelo seu Castelo, e contando com outros monumentos como a igreja Matriz do século XVI, o Pelourinho, o local de Cerro das Forcas onde existia a antiga Forca da vila, bem próximo do sítio arqueológico do Outeiro, ou as Fontes tradicionais da vila, como a do Pedrão.

info: www.guiadacidade.pt/pt/poi-folgosinho-16977

Igreja do Folgosinho

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Igreja do Folgosinho, a photo by VRfoto on Flickr.

FOLGOSINHO (Portugal): Igreja de S. Pedro (paroquial de Folgosinho).

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Igreja Matriz, possivelmente dos forais do séc. XVIII, já foi reformada posteriormente.

Ponte pedonal Pedro&Ines (v2)

Ponte pedonal Pedro&Ines (v2) by VRfoto
Ponte pedonal Pedro&Ines (v2), a photo by VRfoto on Flickr.

Via Flickr:
COIMBRA (Portugal): Ponte pedonal Pedro e Inês.

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Projectada pelos engenheiros Cecil Balmond e Adão da Fonseca, a ponte pedonal Pedro e Inês foi construída no âmbito do Programa Polis, para ligar as margens direita e esquerda do Rio Mondego e foi inaugurada a 26 de Novembro de 2006.
A ponte tem 275 metros de comprimento, por quatro de largura, tendo a meio uma praça, com oito metros de largura. O passadiço é em madeira e as guardas do tabuleiro (grades de protecção) apresentam vidros de quatro cores diferentes: amarelo, azul, verde e rosa. A travessia foi já considerada como um ícone de arquitectura, tendo sido classificada por vários especialistas como um “arrojo em engenharia”, ao ser considerada uma “estrutura revolucionária, mas elegante”.

Fonte: www.turismodecoimbra.pt/pt/pontos-turisticos/ponte-pedro-...

domingo, 23 de junho de 2013

Ermida Santa María de la Hoz

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Ermida Santa María de la Hoz, a photo by VRfoto on Flickr.

FRIAS (Espanha): Santa María de la Hoz (Séc. XII/XIII) em Tobera.

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Igreja construída em estilo românico tardio, localizada nas rochas de Tobera, perto de Frias.
Na Idade Média, esta pequena ermida funcionava como albergue de peregrinos. Aos seus pés encontra-se também uma pequena ponte romana sobre o rio Molinar.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Web drops

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Capela de Nossa Senhora do Desterro

SEIA (Portugal): Capela de Nossa Senhora do Desterro.

O Santuário de Nossa Senhora do Desterro, na Serra da Estrela, é formado por dez capelas dedicadas a cenas da vida de Cristo e à Sua Paixão, mas também alusivas aos mistérios do Rosário. A origem deste conjunto de capelas radica nas aparições sucessivas da Virgem, do Menino e de São José. Estava-se em meados do século XVII e logo se deu início à construção da capela de Nossa Senhora do Desterro, em memória da fuga para o Egipto. A crescente popularidade do santuário, que encontrou eco no gosto barroco pelos percursos evocativos da vida e Paixão de Cristo, teve expressão na edificação das restantes ermidas, a expensas dos fiéis e das esmolas que eram deixadas à confraria com a mesma invocação.
Desenvolvem-se numa arquitetura de grande depuração, com algumas fachadas de linguagem barroca, exibindo, no seu interior, imagens ou pinturas relativas ao passo ou episódio a que a capela é dedicada. Assim, observam-se a Capela de Nossa Senhora da Anunciação, a Capela de Nossa Senhora da Apresentação, a Capela de Nossa Senhora dos Prazeres ou dos Doutores, a Capela de Nossa Senhora da Piedade, a Capela de Nossa Senhora do Encontro, a Capela de Nossa das Dores (Nicho) onde tradicionalmente se diz ter aparecido o menino Jesus, a Capela da Oração de Jesus no Horto e, por fim, a Capela do Senhor do Calvário, onde apareceu, conforme a tradição, Nossa Senhora. Nas suas proximidades encontra-se um pedra antropomórfica designada por Cabeça da Velha.

Info: www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimo...


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sexta-feira, 14 de junho de 2013

Igreja da Misericórdia em Viseu

VISEU (Portugal): Igreja da Misericórdia de Viseu.

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Situada num dos extremos da praça da Sé de Viseu, a monumental Igreja da Misericórdia é uma construção da segunda metade do século XVIII, cujas obras tiveram início no ano de 1775, marcada por uma linguagem arquitetónica rocaille.
A Misericórdia viseense foi erguida sobre as fundações do primeiro templo desta irmandade, construção primitiva que tinha sido mandado edificar durante o reinado de D. Manuel I.Ocupando um amplo largo murado, ao qual se acede por uma pequena escadaria, a Igreja da Misericórida é marcada por uma soberba e monumental fachada de estilo rocaille de cinco corpos, com o pano central mais comprido e mais elevado, rasgado por um portal contracurvado e moldurado por pilastras reentrantes, sobre o qual se desenvolve a varanda-balaustrada do coro alto, com as suas três janelas de sacada e de moldura contracurvada. Superiormente, o corpo central da fachada é terminado por empena ondeada, de linhas mistilíneas, e encimada por cruz latina.
Ladeiam o corpo central dois outros de menores dimensões, rasgados simetricamente por portas e janelas de molduras contracurvadas e reentrantes, sendo a cimalha rematada por uma comprida e elegante balaustrada com urnas pinaculares. No enfiamento dos corpos dos flancos erguem-se, a um nível mais recuado, as duas altas torres sineiras, marcadas por balaustrada com urnas pinaculares e cobertas por coruchéus piramidais moldurados.

info: www.infopedia.pt/$igreja-da-misericordia-de-viseu

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Sé de Viseu

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VISEU (Portugal): Sé Catedral.

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A Sé Catedral, entendida no seu todo revela-se como um harmonioso conjunto, resultado de sucessivas intervenções de diferentes construtores, que na estrutura da igreja deixaram as marcas do seu tempo. A base arquitetónica da Catedral remonta aos séculos XIII-XIV, em estilo Românico-Gótico, tendo-se arrastado a construção por vários séculos. A sua estrutura de planta latina, cujos muros dos braços desiguais ainda subsistem, sustentados por robustos contrafortes, traduz essa linguagem, de um românico tardio e evocativo. Numa das mais “compostas” praças de Portugal, impõe-se a fachada principal, onde se pode ler o vocabulário românico na antiga Torre do Cartório, hoje Torre do Relógio. A outra torre, chamada Torre dos Sinos, adjacente ao Museu de Grão Vasco, é apenas uma evocação desse tempo, uma reedificação que substitui a inicial, que ruiu devido a um forte temporal em Fevereiro de 1635. O corpo central da fachada que hoje se pode contemplar (substitui frontispício manuelino que existiu até 1635), é fruto do labor do arquiteto João Moreno, cujo nome está ligado à cidade de Salamanca. A linguagem arquitetónica utilizada tem inspiração nos retábulos maneiristas, de vocabulário sóbrio e equilibrado, dividida que está a fachada em três registos horizontais, onde se rasgam 6 nichos que albergam as imagens dos 4 Evangelistas, de S. Teotónio (ao centro) e no registo superior, a imagem de Nossa Senhora da Assunção. Interiormente, é um espaço que convida ao recolhimento e a uma comunhão mais perfeita com a divindade, uma vez que a mística de outros tempos continua presente, apelando aos sentidos.

O gracioso cruzeiro de granito foi mandado levantar por D. Júlio Francisco de Oliveira, que perpetuou no tempo a sua memória através de um brasão colocado na base do fuste do cruzeiro, onde estão impressas as armas episcopais.


info: www.cm-viseu.pt/index.php/conhecer-viseu/monumental/adro-...

Rua de Viseu

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Rua de Viseu, a photo by VRfoto on Flickr.

VISEU (Portugal): Rua da Paz.

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VILLA SOUSA

20070708_Lisboa_vila_sousa by VRfoto
20070708_Lisboa_vila_sousa, a photo by VRfoto on Flickr.

LISBOA (Portugal): VILLA SOUSA Largo da Graça, 82.

Construída em 1890. o edifício, de grande imponência, ocupa uma área substancial do Largo e apresenta a fachada exterior decorada de azulejos. O acesso faz-se por intermédio de um portão de ferro e, no seu interior, o largo é cercado por casas contíguas de dois e quatro pisos.
(C.N.C.)
Com o surgimento da industrialização, a cidade de Lisboa recebe uma franja de população de operários. Procurando sítio para se alojarem, estas acomodações, geralmente fornecidas pelos próprios proprietários fabris, adquirem o nome de "vilas", que não são mais que pátios da era contemporânea, normalmente constituídas por dois ou três andares separadas por uma rua e isoladas do exterior por um portão. É neste século que a devida importância é dada aos pátios como espaço social importante no meio arquitectónico português, eles são feitos de figuras reais, de tristezas e alegrias à semelhança de quem os habita, mas é, enfim, na alegria que se potencia todo o valor destes organismos vivos.

www.cnc.pt/

terça-feira, 11 de junho de 2013

Igreja dos Terceiros de S. Francisco

VISEU (Portugal): Igreja dos Terceiros de S. Francisco.

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Numa das zonas centrais e movimentadas de Viseu localiza-se um dos templos mais tranquilos e bonitos desta cidade beirã. Trata-se da Igreja dos Terceiros de S. Francisco, templo edificado ao longo do século XVIII e terminado no ano de 1773.
Marcada pela linguagem triunfante do barroco setecentista, esta igreja viseense foi riscada por António Mendes Coutinho, arquiteto de Lamego e que foi discípulo do italiano Nicolau Nasoni.Erguida num amplo e elevado espaço de um parque natural da cidade, a igreja franciscana é antecedida por uma monumental escadaria de vários patamares. Delimitada por dois cunhais de pedra e rematados por duas urnas, a sua frontaria é uma soberba obra do barroco setecentista, desde logo rasgada por um portal grandioso, composição formada por arco ondeado e enquadrado por duas pilastras, sobre as quais se desenha um frontão interrompido moldurando um escudo central relevado com os símbolos franciscanos, rematado superiormente por frontão de linhas mistilíneas.
Lateralmente e num plano mais elevado, abrem-se dois movimentados janelões de aventais moldurados e ondeados, sobrepujados por frontões triangulares. Acima do portal nobre está um óculo quadrifoliado, de moldura ondeada e reentrante. A empena desenha linhas contracurvadas e termina axialmente num frontão triangular, sobre o qual está um plinto com uma cruz latina. Num plano ligeiramente recuado à fachada, fechando o seu lado norte, eleva-se a torre sineira quadrangular, protegida por uma balaustrada e coberta por uma cúpula bolbosa.

info: www.infopedia.pt/$igreja-dos-terceiros-de-s.-francisco-%2...

domingo, 9 de junho de 2013

Igreja da Misericórdia de Caminha

CAMINHA (Portugal): Igreja da Misericórdia.

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No centro da vila, junto dos Paços do Concelho, situa-se a Igreja da Misericórdia construída no século XVI. Trata-se de uma igreja renascentista de planta longitudinal composta por uma única nave e capela-mor de planta retangular. No século XVIII, foi redecorado o interior com talha dourada em estilo barroco e rococó. Num dos altares destaca-se a imagem de Sta. Rita de Cássia.

A Igreja da Misericórdia de Caminha foi alvo de obras de reabilitação e conservação, financiadas em parte pela Câmara Municipal.

info: www.cm-caminha.pt/ver.php?cod=0M0D0B

Old buildings...

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Old buildings..., a photo by VRfoto on Flickr.

PORTO (Portugal): Velhos edifícios junto ao rio Douro.

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Ribeira do Porto

Ribeira do Porto by VRfoto
Ribeira do Porto, a photo by VRfoto on Flickr.

PORTO (Portugal): Ribeira.

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sábado, 8 de junho de 2013

Edifício da Alfândega

Edifício da Alfândega by VRfoto
Edifício da Alfândega, a photo by VRfoto on Flickr.

PORTO (Portugal): Alfândega do Porto.

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O local da casa da Alfândega que actualmente conhecemos não foi o seu ponto primitivo de origem, uma vez que o primeiro edifício ficava na ermida de S. Nicolau, por de trás da Fonte Taurina. Nela eram guardadas as mercadorias provenientes dos barcos. O seu mandatário foi D Afonso IV, em 1354, no entanto só anos mais tarde, em 1406 aproximadamente o rei D. João I lhe acrescentou um anexo onde funcionava a Casa da Moeda, onde veio também a funcionar a primeira Casa da Bolsa e do Comércio do Porto.

Em 1677, por ordem D. Pedro II a Casa da Alfândega foi reedificada, cenário que se repetiu em 1787.

Segundo antigas tradições os reis costumavam alojar-se nesta Casa aquando das suas passagem pelo Porto.

É este o motivo que leva certas pessoas a defender que foi nesta Casa que nasceu o Infante D. Henrique em 1394, durante uma das estadas da família real no Porto. Sendo daqui proveniente a designação de Casa do Infante pelo qual passou a ser conhecida a casa da Alfândega Velha.

Contudo o desenvolvimento da cidade e o crescente trafego fluvial e marítimo, já considerável no final do século XIX ditaram a incapacidade de permanecer a Alfândega Velha como alfândega da cidade, sendo necessária uma nova mais espaçosa e moderna.

E entre recursos insuficientes que apenas adiaram o inevitável a nova Alfândega foi mandada edificar a 25 de Setembro de 1859, na praia de Miragaia.

E em 1869 foram inauguradas as novas instalações, embora ainda não totalmente prontas.

A ideia do edifício incluía não só as infra-estruturas para a entrada e saída de mercadorias mas também diversas estruturas de apoio como: armazéns, vias férreas, plataformas giratórias que facilitassem o movimento de vagões e guindastes.

Este grandioso edifício, com duas fachadas, uma voltada para o rio e outra para a rua. Este foi construído sobre uma plataforma artificial que encobre a antiga praia de Miragaia e disfarçando as alfurjas (armazéns subterrâneos laterais).

Nos dias de hoje o edifício da Alfândega não tem já a mesma função de outorga, departamentos do Estado que actuam como instrumentos de política económica, de segurança e de defesa do património nacional e que têm por objectivos fiscalizar todas as mercadorias que entram e saem do país, arrecadar os direitos, impostos ou taxas cuja cobrança esteja a seu cargo e velar pela boa aplicação das leis e regulamentos aduaneiros, o grandioso edifício mostra agora ao publico os transportes da cidade e realiza outros eventos culturais e governamentais como o da Cimeira Ibero-Americana que se desenrolou no ano passado(1998). Os serviços que se desenvolviam neste edifício passaram para novas instalações em Pedras Rubras, junto ao aeroporto Sá Carneiro.

info: www.portoxxi.com/cultura/ver_edificio.php?id=33

Vila Praia de Âncora

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Vila Praia de Âncora, a photo by VRfoto on Flickr.

VILA PRAIA DE ÂNCORA (Portugal): Capela de Nossa Senhora da Bonança.

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Igreja neoclássica de planta longitudinal composta por nave e capela-mor retangular.
Frontaria, orientada a Oeste, com embasamento saliente e rematada em empena recortada, coroada por cruz latina, alta. Portal axial de pés-direitos ressaltados sobrepujado por frontão curvo que abriga o símbolo das iniciais da família Medeiros; encima-o janelão rematado em arco pleno, assente em ornatos vegetalistas. Nos cunhais pilastras jónicas suportam um entablamento clássico, com cornija em denticulado, rematados por fogaréus.
O interior apresenta retábulos em talha pintada e dourada neoclássicos.
A atual Capela de Nossa Senhora da Bonança assenta nas funções da pequena capela de Nossa Senhora das Necessidades que foi construída em 1760-1765 e depois demolida em 1889.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

Capela dos Mareantes

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Capela dos Mareantes, a photo by VRfoto on Flickr.

CAMINHA (Portugal): Capela dos Mareantes na Igreja Matriz.

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Para a nave lateral do lado do Evangelho abre-se a sua capela de maior renome, devida à devoção e veneração dos caminhenses pelo Senhor Jesus dos Mareantes, a que é consagrada. Comunica com o corpo da igreja por um arco abatido de fino lavor que abrange toda a largura da capela, com a data de 1511 inscrita numa cartela, sendo por isso considerada uma das primeiras experiências renascentistas em território português. Cobre a Capela dos Mareantes uma bela abóbada de pedra polinervada, e no seu interior, além do altar de talha seiscentista, guarda-se o precioso tesouro que em 1539 foi encontrado dentro de uma caixa arrastada por uma rede de pesca, constituído por uma imagem de Cristo esculpida em madeira - que ainda hoje ali se venera -, dois cálices de prata dourada e diversos paramentos bordados a ouro e a prata.

info: www.infopedia.pt/$igreja-matriz-de-caminha

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Capela-mor da igreja matriz de Caminha

CAMINHA (Portugal): Capela-mor da Igreja Matriz.

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Capela-mor com abóbada polinervada sobre mísulas e bocetes dourados; as paredes são rasgadas por duas frestas de um lume.

info: www.monumentos.pt/Site/APP_PagesUser/SIPA.aspx?id=4101

terça-feira, 4 de junho de 2013

Interior da Igreja Matriz de Caminha

CAMINHA (Portugal): Interior da Igreja Matriz.

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No amplo interior, as três naves de cinco tramos estão separadas por duas séries de arcos de volta perfeita assentes em oito colunas cilíndricas, contrastando com o arco triunfal aberto em ogiva, acima dos quais corre um revestimento de azulejos onde se podem observar medalhões com retratos de figuras masculinas não identificadas. Tanto a abside como os absidíolos são cobertos por uma abóbada de pedra polinervada, e as suas paredes foram modernamente reduzidas à sua primitiva simplicidade.Para a nave lateral do lado do Evangelho abre-se a sua capela de maior renome, devida à devoção e veneração dos caminhenses pelo Senhor Jesus dos Mareantes, a que é consagrada. Comunica com o corpo da igreja por um arco abatido de fino lavor que abrange toda a largura da capela, com a data de 1511 inscrita numa cartela, sendo por isso considerada uma das primeiras experiências renascentistas em território português. Cobre a Capela dos Mareantes uma bela abóbada de pedra polinervada, e no seu interior, além do altar de talha seiscentista, guarda-se o precioso tesouro que em 1539 foi encontrado dentro de uma caixa arrastada por uma rede de pesca, constituído por uma imagem de Cristo esculpida em madeira - que ainda hoje ali se venera -, dois cálices de prata dourada e diversos paramentos bordados a ouro e a prata.Merece ainda particular destaque o magnífico teto de alfarge que cobre a nave central, executado pelo entalhador galego Francisco Munhoz e terminado no ano de 1565, composto por uma série de painéis que enquadram quinze florões, sendo o central de exuberante relevo e tratado em forma de pinha.
A Igreja Matriz de Caminha foi classificada Monumento Nacional por decreto de 16 de junho de 1910.

info: www.infopedia.pt/$igreja-matriz-de-caminha

Igreja Matriz de Caminha

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Igreja Matriz de Caminha, a photo by VRfoto on Flickr.

CAMINHA (Portugal): Igreja Matriz.

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A construção da Matriz de Caminha foi imposta pela necessidade de edificar uma igreja intramuros, o que, pela exiguidade do espaço disponível, deixou muito pouco desafogo à frontaria do templo, que só viria a ser libertada no decurso das obras de restauro promovidas no presente século pelos Monumentos Nacionais. A sua fundação tem sido erradamente atribuída à iniciativa de D. Manuel I, pois está documentalmente provado que a primeira pedra deste esplêndido edifício foi lançada a 4 de abril de 1488, quando reinava o seu antecessor e nada faria prever a sua ascensão ao trono. As obras arrastaram-se por longos anos, oneradas com pesados encargos, que nem o beneplácito régio nem os elevados subsídios concedidos pelos donatários da vila conseguiram aliviar, sendo o templo inaugurado em 1556, um ano antes da morte de D. João III.A planta do edifício e a direção inicial das obras atribuem-se ao mestre biscainho João Tolosa e a Pero Galego, estando também comprovada a participação de mestres portugueses, nomeadamente através de uma gárgula antropomórfica que exibe as nádegas voltadas para terras galegas.
Obra-prima do gótico tardio nortenho, mais parece uma igreja-fortaleza, o que se deve à enraizada tradição românica desta região. No entanto, tanto o exterior como o interior deste edifício são de grande harmonia arquitetónica e rara qualidade, devidas sobretudo ao carácter equilibrado e elegante da sua composição, que com tanta mestria foi capaz de conjugar elementos de diversas influências, nomeadamente os ornamentos ditos «platerescos» e a carpintaria mudéjar.Na fachada principal erguem-se dois elegantes gigantes rematados por pináculos floridos que demarcam as naves e emolduram o portal renascentista de elegante arco de volta perfeita. Este é enquadrado num alfiz rematado por duplo friso e sobrepujado por uma rosácea inscrita numa moldura rendilhada. Dos lados, duas estilizadas frestas valorizam o conjunto e reforçam a iluminação das naves. O edifício era coroado por uma delicada platibanda que mascarava o telhado, quase totalmente destruída pelo violento temporal ocorrido em janeiro de 1636.
O portal lateral, que se ergue a meio da fachada sul, constitui um importante legado do Renascimento português, e tem sido atribuído ao biscainho João de Tolosa. Duas pilastras decoradas com grutescos amparam o arco de volta perfeita, sobre cujo extradorso se vislumbram dois tondi tradicionalmente identificados com o rei D. Manuel I e a rainha D. Maria. A cornija sustenta quatro edículas com as estátuas de S. Pedro, S. Marcos, S. Lucas e S. Paulo, encimadas por nova cornija onde se apoia o frontão triangular. O tímpano, que encerra a imagem da padroeira de Caminha - Nossa Senhora dos Anjos e o Menino -, é ladeado pelos presumíveis bustos de Adão e Eva e coroado por um crucifixo que interrompe um friso ricamente decorado.À direita da frontaria eleva-se a torre, construída entre 1550 e 1560, de secção quadrangular e acentuada feição militar, algo suavizada pelo estilizado das ameias e pelas janelas sineiras, entre as quais se observa o brasão da Casa de Vila Real, detentora do senhorio da vila de Caminha.

info: www.infopedia.pt/$igreja-matriz-de-caminha;jsessionid=VK+...

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Igreja de S. Vicente, em San Sebastian

SAN SEBASTIAN: Igreja de San Vicente.

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Situada no coração da parte velha da cidade, a Igreja de San Vicente é considerada a mais antiga da cidade. Construiu-se em princípios do século XVI, em estilo gótico vasco.

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