terça-feira, 30 de julho de 2013

Torre de Centum Cellas

Torre de Centum Cellas by VRfoto
Torre de Centum Cellas, a photo by VRfoto on Flickr.

BELMONTE (Portugal): Torre de Centum Cellas.

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As ruínas da Torre de Centum Cellas, também conhecida por "Torre de São Cornélio", situam-se numa área particularmente fértil e próxima da confluência da Ribeira de Gaia com o Rio Zêzere, cujos aluviões metalíferos sabemos terem sido explorados desde épocas bastante recuadas.
O monumento, em si, apresenta-se como um dos mais emblemáticos, mas ao mesmo tempo dos mais enigmáticos de todos quantos existem na Beira Interior e se atribuem à presença romana no nosso território.
Na verdade, foram elaboradas ao longo do tempo as mais diversas teorias respeitantes à sua real funcionalidade primitiva. Assim, desde templo, a prisão, passando por um praetorium (núcleo de um acampamento romano), a um mansio (estação de muda), mutatio (albergaria para descanso dos viajantes), uilla romana, para além de muitas outras, tudo parece ter sido contemplado e proposto.
Todavia, as escavações realizadas pelo IPPAR, entre 1993 e 1998, demonstraram que o edifício da Torre não se encontrava isolado, antes, sim, inserido num conjunto estrutural mais amplo e complexo, que incluía diversos compartimentos, de entre os quais sobressaiam salas, corredores, escadarias, caves e pátios.
Por conseguinte, a Torre revela-se a parte central e melhor conservada daquela que terá constituído a uilla de Lucius Caecilius, um abastado cidadão romano, negociante de estanho, que, em meados do século I d. C. mandou edificar a sua residência nesta zona, sob direcção de um arquitecto, o qual, ao que tudo parece indicar, conheceria com profundidade as técnicas construtivas ditadas por Vitrúvio.
Composta de apenas dois pisos, a Torre reveste-se de uma evidente centralidade e imponência arquitectónica, em redor da qual se desenvolveu a restante estrutura habitacional, desempenhando um papel de autêntico epicentro das suas eclécticas tarefas diárias.

info: www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimo...

Detalhe do portal da catedral de Astorga

ASTORGA (Espanha): Tímpano do portal da catedral.

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segunda-feira, 29 de julho de 2013

Torre de Centum Cellas

Torre de Centum Cellas by VRfoto
Torre de Centum Cellas, a photo by VRfoto on Flickr.

BELMONTE (Portugal): Torre de Centum Cellas.

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Em Colmeal da Torre localiza-se a enigmática Torre de Centum Cellas, classificada como Monumento Nacional desde 29 de Setembro de 1977, que segundo estudos científicos (escavações arqueológicas) realizados entre 1993 e 1995, permitiram concluir que se trata de uma vila romana, cujo proprietário estaria ligado à exploração de estanho, para lá das normais atividades agrícolas.

info: www.cm-belmonte.pt/Concelho/colmeal.html

Fachada da catedral de Astorga

Fachada da catedral de Astorga by VRfoto
Fachada da catedral de Astorga, a photo by VRfoto on Flickr.

ASTORGA (Espanha): Fachada da catedral.

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A catedral de Astorga é um grande templo que incorpora diversas correntes artísticas que abrangem desde o gótico, renascimento, barroco e neoclássico.
A catedral que hoje vemos começou a construir-se no século XV, sobre outra de estilo românico e a sua construção só terminou no século XVIII. Fruto desta evolução, o seu interior é no estilo tardo-gótico. Estrutura-se com três naves com capelas adossadas, sendo a nave central mais larga que as laterais.
A imponente fachada é de estilo barroco, organizada em forma de retábulo. Mostra-nos várias cenas do Novo Testamento. Possui uma grande rosácea com temas vegetalistas, encimado pelo escudo da monarquia.

Info: www.arteguias.com/catedral/astorga.htm

Rua da Fonte da Rosa

Rua da Fonte da Rosa by VRfoto
Rua da Fonte da Rosa, a photo by VRfoto on Flickr.

BELMONTE (Portugal): Rua da Fonte da Rosa.

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sábado, 27 de julho de 2013

Judiaria de Belmonte

Judiaria de Belmonte by VRfoto
Judiaria de Belmonte, a photo by VRfoto on Flickr.

BELMONTE (Portugal): Judiaria.

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Depois de séculos de organização judaica em segredo é nos anos vinte do século XX que Samuel Schwarz anuncia a existência de uma comunidade no interior de Portugal, junto à Serra da Estrela: Belmonte, a vila natal do descobridor do Brasil em 1500, Pedro Álvares Cabral.
Findas as perseguições da Inquisição e terminados os processos de integração católica que diluíram a totalidade das muitas comunidades existentes, veio a descobrir-se que nesta vila estavam vivas as tradições, a organização e a estrutura religiosa dos últimos judeus secretos de Portugal. Belmonte é, no limiar do século XXI, a última comunidade peninsular de origem Cripto-Judaica a sobreviver enquanto tal. São cerca de 200 pessoas, quase 10% dos habitantes da vila.
A onomástica presente na vila é clara: existem os Sousa, Dias, Henriques, Fernandes, Mendes, Diogo, Rodrigues, etc. A origem remota desta comunidade está comprovada, pelo menos desde o século XIII (1297) e subsiste ainda hoje com unidade, possuindo sinagoga, rabino e cemitério próprio. Tem igualmente uma direção comunitária.
A sua importância deve-se mais à originalidade de uma resistência decorrida ao longo dos séculos do que ao seu peso demográfico ao longo da história.
A comunidade de Belmonte cumpre hoje os principais ritos religiosos, alguns dos quais haviam desaparecido da memória coletiva belmontense. Outros foram secularmente cumpridos, embora por vezes fortemente deturpados. É necessário entender que esta comunidade se tornou secreta durante séculos e não manteve qualquer tipo de contacto com o judaísmo exterior.

Info: www.turismo.guarda.pt/descobriraregiao/rotas/rotadasjudia...

terça-feira, 23 de julho de 2013

Palácio Episcopal de Gaudi

Palácio Episcopal de Gaudi by VRfoto
Palácio Episcopal de Gaudi, a photo by VRfoto on Flickr.

ASTORGA (Espanha):Palácio Episcopal.

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Albufeira da Barragem do Covão de Ferro

SERRA DA ESTRELA (Portugal): Barragem do Covão de Ferro.

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Antes de existir a actual Barragem do Covão do Ferro já havia uma outra mais pequena, que era utilizada para o armazenamento de água no Verão para os campos de pastorícia dos covões do Vale de Unhais.
Em 1940, a Penteadora (empresa de lanifícios) fez o aproveitamento hidroeléctrico das águas da bacia de Alforfa ao construir a actual barragem, servindo esta ainda para o abastecimento de água a Unhais. Com utilização de mão de obra local, construíu ainda diversas centrais hidroeléctricas, incluíndo a do Covão de Ferro. Foi assim feito um contacto com a população para utilização das águas dos lameiros, o que levou à diminuição da pastorícia nos terrenos mais altos, mas com a promessa de fornecimento gratuito de 2,5kW por mês. Hoje este é apenas um valor simbólico, mas do qual as pessoas não abdicam.
Os campos do Covão da Mulher são ainda hoje utilizados, existindo diversas casas típicas e abrigos para os animais.

info: www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid=5ef8dca1-...

Lagoa do Covão

Lagoa do Covão by VRfoto
Lagoa do Covão, a photo by VRfoto on Flickr.

SERRA DA ESTRELA (Portugal): Lagoa do Covão das Quelhas e Lagoa Serrano.

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segunda-feira, 22 de julho de 2013

Lagoa do Covão

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Lagoa do Covão, a photo by VRfoto on Flickr.

SERRA DA ESTRELA (Portugal): Lagoa do Covão das Quelhas.

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Situada a 1810m de altitude numa depressão formada durante o último período glaciar, a Lagoa do Covão das Quelhas tem a forma actual graças a um dique construído com o objectivo de aumentar a capacidade hidroeléctrica da Barragem do Covão do Meio, localizada mais abaixo na Garganta de Loriga.

info: www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid=a6a68d5f-...

sábado, 20 de julho de 2013

Lagoa do Covão

Lagoa do Covão by VRfoto
Lagoa do Covão, a photo by VRfoto on Flickr.

SERRA DA ESTRELA (Portugal): Lagoa do Covão das Quelhas.

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Situada a 1810m de altitude numa depressão formada durante o último período glaciar, a Lagoa do Covão das Quelhas tem a forma actual graças a um dique construído com o objectivo de aumentar a capacidade hidroeléctrica da Barragem do Covão do Meio, localizada mais abaixo na Garganta de Loriga.

info: www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid=a6a68d5f-...

Entrada do Palacio Episcopal de Gaudi

ASTORGA (Espanha):Palácio Episcopal de Astorga.

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vrfotopromo.blogspot.pt/

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Teleférico na Torre

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Teleférico na Torre, a photo by VRfoto on Flickr.

SERRA DA ESTRELA (Portugal): Teleférico.

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Palácio Episcopal de Astorga

Palácio Episcopal de Astorga by VRfoto
Palácio Episcopal de Astorga, a photo by VRfoto on Flickr.

ASTORGA (Espanha):Palácio Episcopal.

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Após a destruição, por um incêndio, do antigo palácio, o bispo de Astorga, Juan Bautista Grau i Vallespinós, incumbiu Gaudí, em 1887, de desenhar um novo palácio episcopal. Apesar de Gaudí estar muito ocupado com os projectos da Sagrada Família e o Palácio Güell, e não poder deslocar-se ao local para estudar o terreno, solicitou fotografias e detalhes do local para o orientar na concepção do aspecto exterior da obra. Apesar do entusiasmo do bispo, o seu projecto foi recebido com algumas reservas pela Academia de São Fernando de Barcelona, cujo consentimento era necessário para a construção. O seu plano baseou-se no estilo neogótico propagado por Viollet-le-Duc. Para a fachada exterior Gaudí utilizou, pela primeira vez, granito branco. Para Gaudí este material tinha uma função espiritual, devia representar o branco das vestes episcopais. No projecto original o telhado deveria ser igualmente branco. Todavia, após a morte do bispo, a administração diocesana não revelou qualquer interesse pelos planos de Gaudí. Os arquitectos seguintes afastaram-se dos desenhos de Gaudí, o que provocou alguns desmoronamentos.
As obras foram abandonadas durante algum tempo. Durante a Guerra Civil, o edifício serviu de quartel da Falange. Em 1956, o bispo Julià Castelltort - de novo um catalão em cena – iniciou obras de restauro para converter novamente o edifício em residência episcopal, coisa que não chegou a acontecer devido, mais uma vez, ao falecimento do bispo antes das obras estarem concluídas. O novo bispo, Marcelo González Martín, renunciou finalmente à função episcopal e promoveu a conversão ao que é actualmente o palácio, o Museu dos Caminhos, dedicado ao Caminho de Santiago.

Fontes:
"Gaudí - Obra Arquitectónica Completa", Rainer Zerbst
es.wikipedia.org/

Torre

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SERRA DA ESTRELA (Portugal): A Torre num dia de verão.

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sexta-feira, 12 de julho de 2013

Igreja Matriz de Linhares da Beira

LINHARES DA BEIRA (Portugal): Igreja Matriz de Linhares.

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Igreja reconstruída no século XVII, a apresentar alguns vestígios românicos na capela-mor e na porta lateral. Destaque, na fachada, para o frontão triangular interrompido e para a janela em forma de flor com quatro pétalas. No interior, realce para os altares decorados. Algumas das pinturas existentes são atribuídas a Grão Vasco.

info: www.igogo.pt/igreja-matriz-de-linhares/

Linhares da Beira

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LINHARES DA BEIRA (Portugal)

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Torre de menagem do Castelo de Linhares da Beira

LINHARES DA BEIRA (Portugal): Castelo de Linhares.

Situado a 810 m de altitude, dominando o vale do Mondego, trata-se de um castelo medieval mandado reconstruir por D. Dinis, no séc. XIII, em estilo gótico. A Torre de Menagem de planta quadrangular apresenta matacães nas faces. Dela partem as muralhas do castelo antigo, em aparelho gótico, ao longo das quais se abrem três portas de acesso. No terreiro, junto da Praça de Armas, encontram-se vestígios de antigas cisternas. Este conjunto fortificado foi classificado como Monumento Nacional em 1922, posteriormente restaurado pela Direção Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais e abrangido por Zona de Proteção Especial em 1971. Encontra-se classificado como Monumento Nacional desde 1922.

Info: e-cultura.sapo.pt/WebPatriPatrimonioNArqui.aspx?IDPatrimo...

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Castelo de Linhares da Beira

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LINHARES DA BEIRA (Portugal): Castelo de Linhares.

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terça-feira, 9 de julho de 2013

Castelo de Linhares da Beira

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LINHARES DA BEIRA (Portugal): Castelo.

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Terras de Linhares da Beira

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LINHARES DA BEIRA (Portugal): Paisagem envolvente.

Castelo de Linhares da Beira

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LINHARES DA BEIRA (Portugal): Castelo.

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São muitas as lendas acerca da origem do castelo de Linhares. Elas alicerçam-se na memória popular e em antigas descrições e interpretações corográficas. Foram sistematicamente reproduzidas na historiografia nacionalista da primeira metade e meados do século XX. Mas, em boa verdade, nenhuma delas tem verdadeira comprovação arqueológica, muito pelo facto de nunca aqui se terem realizado sondagens.
O que sabemos, efetivamente, é que Linhares já era povoação acastelada no reinado de D. Sancho I, tutelando, juntamente com Celorico da Beira e outras fortalezas vizinhas, a secção setentrional da Serra da Estrela. Nesse final de século XII, os alcaides do castelo, Gonçalo e Rodrigo Mendes, saíram em auxílio da praça de Celorico, então alvo de ataque por parte de tropas leonesas. No entanto, desconhece-se tudo a respeito da primitiva configuração da fortificação nessa altura. É de presumir que se adaptasse ao protótipo de castelo românico, com torre de menagem isolada no interior do recinto fortificado e cerca implantada de acordo com as curvas de nível, mas nada podemos dizer acerca do castelo comandado pelos irmãos Mendes. Nas Inquirições de 1258, menciona-se que os moradores de Sátão eram obrigados a prestar o serviço de anúduva (ajudar à reparação de estruturas militares) na Guarda e em Linhares, constituindo este dado uma prova da importância estratégica deste último castelo no quadro defensivo do reino.
O conjunto que chegou até hoje data do reinado de D. Dinis, monarca que doou a vila a seu filho, Fernão Sanches, e é uma das mais importantes fortalezas góticas da Beira Alta Interior. Embora obedecendo à exigente topografia do terreno, e integrando numerosos afloramentos rochosos, é um característico castelo gótico, com torre de menagem associada à cerca, respondendo à noção de defesa ativa que caracteriza aquele período da história militar ocidental. Planimetricamente, organiza-se em dois recintos desnivelados: a Ocidente, aproveitando o topo mais elevado, definindo um triângulo irregular, situa-se a alcáçova, enquanto que a nascente, numa plataforma mais larga, situar-se-ia a primitiva povoação, defendida assim por cerca.
Na atualidade, o conjunto apresenta apenas duas torres, desconhecendo-se se terão existido outras no projeto gótico.

Info: www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimo...

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Castelo de Linhares

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LINHARES DA BEIRA (Portugal): Castelo.

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Situado num monte, a altitude de 809 metros, nos contrafortes da Serra da Estrela, ergue-se o vetusto castelo medieval de Linhares. As suas torres, vistas de longe, tem a imponência de firmes atalaias, moldadas no granito da Serra, cujas montanhas lhe servem de pano de fundo. (...)
A importância estratégica deste castelo, na defesa de Portugal, situado numa linha de penetração, que vinha de Castela chegava a Coimbra e a Lisboa, levou o rei D. Dinis, a ampliar e fortificar as muralhas de Linhares.
Destas obras ressalta a Torre de Menagem. É nitidamente uma obra dionisiana, identificada pelos balcões de mata-cães, ou ladroneiras, preparados para oferecer surprezas em caso de assédio, delas jorrando setas, pelouros, agua e azeite ferventes. Um destes balcões ergue-se alguns metros acima da porta aberta a meia altura, numa das faces da torre de menagem, a principal do castelo.

info: www.cm-celoricodabeira.pt/concelho/historia/Paginas/Ocast...

Claustro do Mosteiro dos Jerónimos

LISBOA (Portugal): Claustro do Mosteiro dos Jerónimos.

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Destinado essencialmente ao isolamento da comunidade monástica, era um local aprazível e sereno que permitia a oração, a meditação e o recreio dos monges da Ordem de S. Jerónimo.

Projectado por Diogo de Boitaca, que iniciou os trabalhos no começo do século XVI, foi continuado por João de Castilho a partir de 1517 e concluído por Diogo de Torralva entre 1540 e 1541. Pelo seu valor e simbologia, o claustro do Mosteiro dos Jerónimos representa um dos monumentos mais significativos da arquitectura manuelina. De duplo piso abobadado e planta quadrangular, apresenta na sua decoração a originalidade deste estilo, ao conjugar símbolos religiosos (elementos da Paixão de Cristo, entre outros), régios (cruz da Ordem Militar de Cristo, esfera armilar, escudo régio) e elementos naturalistas (cordas e motivos vegetalistas que coabitam com um imaginário ainda medieval, de animais fantásticos).

info: www.mosteirojeronimos.pt/pt/index.php?s=white&pid=212

Paisagem de Frías

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Paisagem de Frías, a photo by VRfoto on Flickr.

FRÍAS (Espanha)

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quinta-feira, 4 de julho de 2013

Linhares da Beira

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LINHARES DA BEIRA (Portugal)

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Linhares da Beira

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LINHARES DA BEIRA (Portugal): Travessa do Penedo.

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Igreja da Misericórdia

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LINHARES DA BEIRA (Portugal): Igreja da Misericórdia.

No Largo da Misericórdia, onde poderá entrar no interior do templo, que foi de Santo Isidoro, extinta no séc. XVI. Passa a Misericórdia quando esta instituição assistência se funda em Linhares no ano de 1576. De fundação românica, foi muito alterada no séc. XVII.

info: www.cm-celoricodabeira.pt/turismo/oquever/Paginas/Igrejad...

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Rua de Linhares da Beira

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LINHARES DA BEIRA (Portugal)

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Linhares, aldeia histórica do concelho de Celorico da Beira, é um autêntico museu ao ar livre. Com um passado rico bem guardado até aos nossos dias, cada uma das pedras das magníficas ruas que aqui existem, contam histórias fantásticas, e revelam a importância que esta aldeia teve no passado.
Situada na vertente ocidental da Serra da Estrela, à altitude de 180 metros, esta vila de fundação medieval oferece ao visitante magníficas paisagens montanhosas, típicas da Beira, de ar puro, e águas frescas e puras, cultura, artes medievais e renascentistas.

info: www.guiadacidade.pt/pt/poi-linhares-da-beira-14597

Basílica Santa María del Coro

SAN SEBASTIAN (Espanha): Interior da Basílica Santa Maria del Coro.

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Localizada ao longo da encosta sul do Monte Urgull, no coração da Cidade Velha, a basílica Santa Maria del Coro é um dos monumentos mais visitados em Donostia-San Sebastián. O templo que vemos hoje data de 1750. Foi construído sobre uma igreja românica.
Tem elementos góticos, barrocos e neoclássicos. O edifício é retangular com uma abside semicircular e outras dependências secundárias . A nave central, de grande altura, está coberta com abóbadas de cruzaria e o coro situa-se no final da mesma.
No altar-mor é venerada a imagem da Virgen del Coro, padroeira da cidade. O santo São Sebastião também está presente na tela do altar e numa escultura na fachada.


Info: turismo.euskadi.net/es/patrimonio-cultural/basilica-de-sa...

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