sábado, 31 de agosto de 2013

Castelo de Trancoso

Castelo de Trancoso by VRfoto
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TRANCOSO (Portugal): Castelo.

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Restaurado nos séculos XII e XIV, foi acrescentado no século XVI, sendo constituído por uma cerca de muralha com 15 torres onde se abrem quatro portas de acesso à vila que fechavam com sistema de guilhotina – Porta d’El Rei, do Prado, de S. João e dos Carvalhos - e por uma torre de Menagem que se situa na cidadela.

info: www.rt-serradaestrela.pt/index.php/pt/a-regiao/concelhos/...

Rua da Alegria

Rua da Alegria by VRfoto
Rua da Alegria, a photo by VRfoto on Flickr.

TRANCOSO (Portugal): Rua da Alegria (antiga Rua da Judiaria).

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O centro histórico de Trancoso está classificado como aldeia histórica, devido à beleza e ao bom estado de conservação dos seus edifícios. Passar pelas antigas ruas e vielas floridas que ainda hoje são habitadas é uma experiência enriquecedora.
Em meados do século XIV a comuna judaica de Trancoso crescia e tornava-se rival da Guarda em importância e riqueza. Localizava-se dentro das muralhas, englobava a Rua Direita e a Rua da Corredoura, e uma área próxima do castelo: a Rua da Alegria, Rua dos Mercadores e Rua do Açougue.
A Rua da Alegria, na parte oriental da vila, é aquela que apresenta um maior número de marcas de simbologia religiosa, o que leva a crer ter sido a antiga Rua da Judiaria.

info: www.planicoa.com/

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Rua da Alegria

Rua da Alegria by VRfoto
Rua da Alegria, a photo by VRfoto on Flickr.

TRANCOSO (Portugal): Rua da Alegria.

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A presença da comunidade judaica em Trancoso é anterior ao reinado de D. Pedro I, tendo sido este a conceder, pela primeira vez, em 1364, judiaria apartada, localizada na “…rua da metade da vila onde sempre tinham vivido” (LIPINER, 1996:29).
No século XV viviam cerca de 700 judeus em Trancoso (FERRO, 2005:159), facto que levou D. João II, em 1481, a conceder a autorização para a ampliação da sinagoga.
Relativamente ao património material judaico, o Centro Histórico, em especial nas ruas da Alegria, Cavaleiros e Estrela, é marcado por uma forte presença de marcas religiosas judaicas e cristãs-novas.
Estão inventariadas cerca de 150 marcas religiosas, tendo maior importância as inscrições hebraicas e uma marca cruciforme com a letra hebraico da palavra “S’hadai” = D’us (Deus), bem como as ramificações representando as doze tribos de Israel.

info: www.redejudiariasportugal.com/

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Sortelha

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SORTELHA (Portugal)

Rua da Alegria

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TRANCOSO (Portugal): Rua da Alegria.

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A presença da comunidade judaica em Trancoso é anterior ao reinado de D. Pedro I, tendo sido este a conceder, pela primeira vez, em 1364, judiaria apartada, localizada na “…rua da metade da vila onde sempre tinham vivido” (LIPINER, 1996:29).
No século XV viviam cerca de 700 judeus em Trancoso (FERRO, 2005:159), facto que levou D. João II, em 1481, a conceder a autorização para a ampliação da sinagoga.
Relativamente ao património material judaico, o Centro Histórico, em especial nas ruas da Alegria, Cavaleiros e Estrela, é marcado por uma forte presença de marcas religiosas judaicas e cristãs-novas.
Estão inventariadas cerca de 150 marcas religiosas, tendo maior importância as inscrições hebraicas e uma marca cruciforme com a letra hebraico da palavra “S’hadai” = D’us (Deus), bem como as ramificações representando as doze tribos de Israel.

info: www.redejudiariasportugal.com/

Pelourinho e Igreja de S. Pedro, em Trancoso.

TRANCOSO (Portugal): Pelourinho e Igreja de S. Pedro.

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O pelourinho é um monumento manuelino, contemporâneo do foral novo. O fuste é facetado, sobre quatro degraus e remata com colunelos que formam a gaiola, em número cinco. A cimeira é cónica e remata com uma esfera armilar.
A igreja foi do Padroado Real no séc. XVI. Na porta principal, entre esta e a janela da fachada, encontra-se o brasão, duas chaves cruzadas sobrepujadas por uma tiara, simbolizando S. Pedro, o orago.

Na parede Sul encontra-se mausoléu mandado erigir em 1641, túmulo do sapateiro e profeta Bandarra.

info: www.cm-trancoso.pt/

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Rio Douro à noite...

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PORTO (Portugal)

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Anta da Pedra da Orca

Anta da Pedra da Orca by VRfoto
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GOUVEIA (Portugal): Anta da Pedra da Orca.

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Anta de câmara em forma de tronco de pirâmide de base decagonal, constituída por sete esteios quase trapezoidais com corredor curto composto por quatro esteios, dois ainda eretos. Somente a pedra mestra e dois esteios apresentam a totalidade da sua altura. Mantém a laje de cobertura, mas não existem vestígios da mamoa.

info: www.igogo.pt/anta-da-pedra-da-orca-anta-do-rio-torto/

Anta da Pedra da Orca

Anta da Pedra da Orca by VRfoto
Anta da Pedra da Orca, a photo by VRfoto on Flickr.

GOUVEIA (Portugal): Anta da Pedra da Orca.

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Terá sido o fundador, na cidade de Guimarães, da referencial "Sociedade Martins Sarmento", e respectivo museu, o conhecido investigador Francisco Martins de G. M. Sarmento (1833-1899), quem examinou primeiramente de perto a "Anta da Pedra da Orca", ou "Anta do Rio Torto", como será localmente mais conhecida, assim como o termo "anta" corresponde à denominação regional de uma tipologia megalítica conhecida pela comunidade científica internacional a partir da sua designação francesa: dolmen.
Apesar de viver em Guimarães e convergir a sua investigação essencialmente para a região minhota, F. Martins Sarmento seria convidado pela não menos referencial Sociedade de Geographia de Lisboa, da qual era membro, a coordenar uma das secções (a de Arqueologia) a integrar a célebre (em razão do papel precursor que assumiria no panorama científico português da época) expedição Scientifica à Serra da Estrella.
Projectada um ano volvido sobre as comemorações nacionais desse momento tão importante para a afirmação do país no palco da política internacional - o centenário camoniano -, e após o acolhimento, em Lisboa, de uma das sessões (a IX) mais concorridas e amplamente divulgadas pelos periódicos europeus da altura do Congresso Internacional de Anthropologia e Archeologia Prehistorica, sob a égide do consagrado antropólogo e arqueólogo francês Gabriel de Mortillet (1821-1898), a Expedição previa a realização de um levantamento exaustivo das riquezas (como eram então entendidas) de uma das regiões mais inóspitas do país. Mas não só. Com efeito, para além das características agrestes da zona, atraía certamente a direcção da Sociedade o facto de a Serra da Estrela se ter confundido desde cedo no imaginário e na historiografia nacional como o último reduto de resistência de um povo - o Lusitano - ao poder de Roma, personificada pela figura de Viriato, habitante dos Montes Hermínios.
E por se tratar de uma região escassamente percorrida por individualidades munidas dos conhecimentos necessários à identificação das suas especificidades, independentemente da sua origem, acreditava-se que seria precisamente aí, nesses recônditos mal conhecidos, que se encontrariam as características primeiras do ser, estar e actuar português, como que cristalizado pela barreira que a sua Natureza lhe conferira ao longo dos séculos. Particularidades que se acreditava materializadas nos testemunhos megalíticos, designadamente funerários, porquanto considerados durante largo tempo como as estruturas humanas mais antigas.
Foi, no entanto, objecto de investigação apenas em 1895, dessa feita da responsabilidade de Maximiliano Apolinário. Recolheu, então, neste arqueossítio, várias pontas de seta de sílex e de quartzo, a par de contas, um vaso de argila, diversos fragmentos cerâmicos e ossos humanos, conduzidos para o Muzeu Etnographico Portuguez, fundado dois anos antes por José Leite de Vasconcellos (1858-1941), seu carismático director.
Composta de câmara sepulcral de planta poligonal, com cerca de três metros e meio de diâmetro, formada por sete esteios inclinados para o interior, com o respectivo corredor (curto) de acesso, a anta (erguida no cimo de uma pequena elevação) ainda mantém a laje de cobertura - ou "chapéu", não se detectando, contudo, vestígios da mamoa - ou tumulus - que cobriria originalmente todo o monumento. br>Indicando a antiguidade do povoamento humano nesta região, o dólmen inserir-se-á no terceiro grupo esquematizado por S. O. Jorge para o megalitismo da Beira Alta, a partir da sua análise morfológica: "[...] dólmens de câmara subtrapezoidal ou poligonal, de corredor mais ou menos indiferenciado." (JORGE, S. O., 1990., p. 135), certamente como reflexo de um processo capital de evolução estrutural da sociedade (Ibid.) que o projectou e fruiu. [AMartins]

info: www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimo...

Regata no Douro

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PORTO (Portugal)

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sábado, 24 de agosto de 2013

Anta da Pedra da Orca

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GOUVEIA (Portugal): Anta da Pedra da Orca.

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Também conhecida por Anta da Pedra da Orca ou Anta do Rio Torto, este monumento megalítico situa-se em Rio Torto, no concelho de Gouveia, junto à Estrada Nacional 17.

Anta da Pedra da Orca

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GOUVEIA (Portugal): Anta da Pedra da Orca.

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Também conhecida por Anta da Pedra da Orca ou Anta do Rio Torto, este monumento megalítico situa-se em Rio Torto, no concelho de Gouveia, junto à Estrada Nacional 17.
Já em 1895, alguns anos após se ter denotado a sua possível importância, que se investigou e estudou a área onde esta imponente Anta se situa, encontrando-se várias pontas de seta de sílex e de quartzo, contas, um vaso de argila, diversos fragmentos cerâmicos e ossos humanos.
A Anta, de dimensões consideráveis, será datada de finais do período Neolítico, sendo composta por câmara sepulcral de planta poligonal, com cerca de três metros e meio de diâmetro, com o respetivo corredor de acesso, mantendo ainda a laje de cobertura, ou "chapéu", não se detetando, no entanto, quaisquer vestígios da mamoa que cobriria originalmente todo o monumento.

info: www.guiadacidade.pt/

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Aqueduto em Vila do Conde

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VILA DO CONDE (Portugal): Aqueduto.

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Inicialmente formado por 999 arcos, com cerca de 4 Km, é o segundo aqueduto mais extenso de Portugal. Este canal artificial foi construído entre 1705 e 1714, desde o Convento de Santa Clara até à nascente (Terroso, Póvoa de Varzim), com o objetivo de levar água até ao chafariz do Mosteiro, através da sua arcatura.

info: www.cm-viladoconde.pt/

Muralha do Castelo de Sabugal

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SABUGAL (Portugal): Pano de muralha do castelo.

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Castelo de Sabugal

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SABUGAL (Portugal)

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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Pontes no Douro

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PORTO (Portugal)

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Aqueduto e igreja do Convento de Santa Clara

VILA DO CONDE (Portugal): Aqueduto e igreja do Convento de Santa Clara.

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Inicialmente formado por 999 arcos, com cerca de 4 Km, é o segundo aqueduto mais extenso de Portugal. Este canal artificial foi construído entre 1705 e 1714, desde o Convento de Santa Clara até à nascente (Terroso, Póvoa de Varzim), com o objetivo de levar água até ao chafariz do Mosteiro, através da sua arcatura.
Na igreja, o início das obras deste monumento religioso de características góticas, manuelinas, barrocas e rococó, verificou-se em 1318. Apresenta planta de cruz latina de nave única, com transepto de grandes dimensões. No exterior, destaque para a cabeceira poligonal, bem como uma grande rosácea de tipo radiante.

info: www.cm-viladoconde.pt/

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Interior da torre de menagem do castelo de Sabugal

SABUGAL (Portugal): Interior da torre de menagem.

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Porta do claustro

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BURGOS (Espanha): Porta do claustro, na catedral.

No braço sul da nave do transepto abre-se a entrada principal do claustro; a entrada é magnífica pela sua qualidade artística e pela mensagem teológica que contém. A porta é obra do gótico do século XIII, por volta de 1270. Dedica-se à vinda de Cristo como homem. O profeta Isaías e o rei David, na jamba direita, preveem a sua chegada, que, à esquerda, o anjo anuncia a Maria, cuja genealogia dos reis e profetas está na arquivolta, enquanto o tímpano é dedicado ao batismo de Jesus. Os relevos das portas foram feitos em 1492 - 1495 por Gil de Siloé e nelas se narra a entrada de Cristo em Jerusalém e a descida de Cristo ressuscitado ao limbo dos justos.

Info: www.catedraldeburgos.es/pages/3.htm

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Porta do castelo de Sabugal

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SABUGAL (Portugal)

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Muralhas Reais de Ceuta

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CEUTA (Espanha): Conjunto monumental das Muralhas Reais.

Integrado pelo Fosso Real com a sua escarpa e contraescarpa (séc. XVI) e duas linhas de fortificações (séc. XVIII). A primeira está formada pelos medio-baluartes de Santa Ana e São Pedro e a segunda pela contraguarda de S. Xavier, o revelim de Santo Inácio e o ângulo de S. Paulo, para além da Praça de Armas e do fosso seco da Valenciana. Completa o conjunto o espigão da Ribeira, destruído parcialmente.
O traçado da estrada Ceuta-Marrocos em 1940 levou à destruição da muralha da Couraça Baixa para construír a ponte da Virgem de África.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Castelo de Sabugal

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SABUGAL (Portugal): Castelo de Sabugal.

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Situada num pequeno planalto da Serra da Malcata e vigiando o caudal do Coa a seus pés, a vila beirã do Sabugal acolhe-se à sombra do seu esbelto e forte castelo medieval, vulgarmente designado por Castelo das Cinco Quinas devido à invulgar forma da sua torre de menagem pentagonal.

Castelo de Sabugal

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SABUGAL (Portugal): Castelo de Sabugal.

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Situada num pequeno planalto da Serra da Malcata e vigiando o caudal do Coa a seus pés, a vila beirã do Sabugal acolhe-se à sombra do seu esbelto e forte castelo medieval, vulgarmente designado por Castelo das Cinco Quinas devido à invulgar forma da sua torre de menagem pentagonal.
Embora sem certeza histórica, a fundação cristã da vila do Sabugal poderá ter ocorrido no século XII, após a derrota dos Mouros; isto apesar de vestígios pré-históricos e troços de uma estrada militar romana indiciarem diversas e mais antigas ocupações humanas.
Esta região foi intensamente disputada pelos reis portugueses e de Castela, tendo D. Dinis tomado posse do Sabugal e das terras de Riba-Coa no ano de 1296, confirmada depois com a assinatura do Tratado de Alcanises em 1297.Assim, este monarca procede ao seu repovoamento e concede-lhe carta de foral, ao mesmo tempo que manda erguer mais forte e esbelto castelo.
No reinado de D. Manuel I, a fortaleza do Sabugal recebe novas e bem dimensionadas obras de beneficiação, estando esta iniciativa gravada com os seus símbolos reais nas pedras da porta principal do castelo.Pontualmente, o castelo do Sabugal serviu a sua função militar, mas também foi convertido em presídio. Um dos seus mais ilustres prisioneiros foi o intrépido e indomável poeta e cavaleiro Brás Garcia de Mascarenhas - homem de letras e de armas do século XVII, que ficou célebre pelas suas aventuras e pelo não menos famoso poema épico Viriato Trágico.
Um dos mais importantes feitos de armas aconteceu em abril de 1811, quando as tropas anglo-lusas aqui aquarteladas combateram e derrotaram o exército francês que retirava sob o comando de Massena.Desguarnecido e abandonado, as muralhas da sua extensa cerca foram sendo desmanteladas e a sua pedra reutilizada nas mais diversas construções da vila beirã. A praça de armas do castelo serviu, a partir de 1846, de cemitério local. Esta depredação do monumento foi sustida na década de 40 do presente século, graças à ação decisiva da Direção-Geral de Edifícios e Monumentos Nacionais (D.G.E.M.N.). Assim, a sua majestática imponência e inegável qualidade estética puderam perdurar até à atualidade.
A cerca de granito que envolvia a vila do Sabugal tinha uma configuração aproximadamente oval, embora no presente se encontre muito reduzida, conservando-se como ponto mais importante desta primeira defesa a Porta da Vila, localizada nas proximidades da Torre do Relógio.
Na zona mais elevada foi erguido o castelo, configurado com uma planta trapezoidal. Os altos panos de muralha granítica possuem largo adarve, a que se acede por quatro escadas internas. As muralhas são encimadas por largos merlões rasgados com troneiras cruzetadas, estando ainda reforçadas por três imponentes torreões angulares e um outro localizado no centro do pano de muralha virado a sudoeste, todas elas rematadas por ameias piramidais.
Altiva, imponente e graciosa implanta-se a invulgar torre de menagem do Castelo do Sabugal, também esta coroada por ameias piramidais. Com efeito, esta torre apresenta uma forma pentagonal, provavelmente uma simbólica alusão a esta vila e ao seu castelo serem, em definitivo, parte integrante do território nacional. O seu interior está dividido em vários pisos, revelando surpreendentes espaços góticos abobadados e ornamentados fechos onde se inscrevem escudos com as quinas nacionais. O compartimento superior é profusamente iluminado pelas portas que dão acesso a balcões misulados e com dispositivos de mata-cães. Entre a torre de menagem e o torreão do ângulo leste implanta-se um balcão ameado, vigiando a entrada principal da praça de armas.
Inferiormente, na zona exterior, corre a cerca da barbacã - dispositivo defensivo que une e reforça as muralhas do castelo, igualmente rematadas por maciços merlões com aberturas de troneiras cruzetadas. Apoiam as suas muralhas dois pequenos cubelos circulares, abrindo-se próximo de um deles um singelo portal de arco em ogiva.

info: Castelo do Sabugal. In Infopédia [Em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2013. [Consult. 2013-08-13].
Disponível na www: .

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Forte e Padrão Comemorativo do Desembarque no Mindelo

VILA DO CONDE (Portugal): Forte e Padrão Comemorativo do Desembarque no Mindelo.

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O Padrão lembra a primeira tentativa de desembarque das tropas liberais de D. Pedro, as quais viriam a ser lembradas como “Os Bravos do Mindelo”.

sábado, 10 de agosto de 2013

Sinagoga de Belmonte

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BELMONTE (Portugal): Sinagoga.

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" O historial da Sinagoga de Belmonte remonta a 1992 quando a Comunidade Judaica de Belmonte solicita à Câmara Municipal de Belmonte um pedido sobre a viabilidade da sua construção na Rua da Fonte da Rosa. Depois de aprovado o estudo prévio, assistiu-se em Janeiro de 1993, à colocação da primeira pedra da Sinagoga em terreno doado pelos herdeiros da família Henriques. O interesse que a comunidade judaica de Belmonte havia já despertado motivou a presença do parlamento Israelita, Dan Tichon, do Embaixador de Israel em Portugal, de dirigentes das Federações Sefarditas de França, de judeus da Suíça de Israel e de Marrocos. Salomon Azoulay foi o convidado de honra por ser o financiador de raiz da Sinagoga e baptizou-a com o nome de seu como forma de lhe preservar a memória. (...)
(...) A inauguração deste templo judaico realizou-se no dia 4 de Dezembro de 1996 quando se recordavam os 500 anos do Édito de Expulsão dos judeus em Portugal."

info: Nogueira, Cristina, Monografia Histórica do Concelho de Belmonte - Novos Contributos, Câmara municipal de Belmonte

Sortelha

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SORTELHA (Portugal)

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Sortelha

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SORTELHA (Portugal)

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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Sortelha

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SORTELHA (Portugal)

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Capela de Nossa Senhora da Guia

VILA DO CONDE (Portugal): Capela de Nossa Senhora da Guia.

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Provavelmente esta ermida já existiria em 953, sendo referenciada, em 1059, no inventário dos bens pertencentes ao Mosteiro de Guimarães, mas designada como ermida de S. Julião. Para além da utilização de índole religiosa, a ermida funcionou, inicialmente, como ponto de apoio para defesa da barra.
De planta composta irregular, apresenta no seu interior belos azulejos dos séculos XVII e XVIII e tetos apainelados em caixotões decorados com cenas bíblicas ou figuras de santos.

info: www.cm-viladoconde.pt/

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Capela de Nossa Senhora da Guia

VILA DO CONDE (Portugal): Capela de Nossa Senhora da Guia.

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Provavelmente esta ermida já existiria em 953, sendo referenciada, em 1059, no inventário dos bens pertencentes ao Mosteiro de Guimarães, mas designada como ermida de S. Julião. Para além da utilização de índole religiosa, a ermida funcionou, inicialmente, como ponto de apoio para defesa da barra.
De planta composta irregular, apresenta no seu interior belos azulejos dos séculos XVII e XVIII e tetos apainelados em caixotões decorados com cenas bíblicas ou figuras de santos.

info: www.cm-viladoconde.pt/

Casa em Sortelha

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SORTELHA (Portugal)

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sábado, 3 de agosto de 2013

Castelo de Sortelha

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SORTELHA (Portugal): Castelo.

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O mais tardio dos castelos românicos da Beira Interior, ergue-se sobre um maciço granítico impressionante, ligeiramente desviado em relação à vila, e mantém, ainda, grande parte da sua estrutura inicial. (...)
"Sabemos que em 1220 já o castelo se encontrava erguido”, pelo que é de supor pertencer a esses inícios do século XIII a torre de menagem e grande parte da alcáçova. Com efeito, aquela grande torre quadrangular revela um formulário muito próprio da arquitectura militar românica, pelas suas modestas dimensões, implantação no centro do recinto e apoio sobre o maciço granítico . Oitenta anos depois dos primeiros castelos românicos portugueses, construídos pelos Templários, este dispositivo defensivo – com torre de menagem central e isolada – revelava-se, ainda, efectivo para as condicionantes da guerra medieval, numa zona particularmente sensível, dada a proximidade com o reino de Leão e as discutidas terras de Riba-Côa.
Foram muitas as transformações por que passou o castelo nos séculos da Modernidade. No período manuelino, a transição para a pirobalística determinou consideráveis modificações. A “Varanda do Juiz”, também conhecida por “Varanda de Pilatos”, que se ergue sobre a porta virada a Noroeste, deve datar desta campanha, conforme parece depreender-se pela proximidade das armas reais manuelinas, colocadas entre o arco e a varanda. Também se terá iniciado (ou reformulado) um paço, edifício de clara importância no contexto dos castelos tardo-medievais. Em Sortelha, D. João III estabeleceu a cabeça de um condado, que entregou a seu guarda-mor, Luís da Silveira, circunstância que testemunha a relevância da localidade por essa altura. No século XVII, novas obras reforçaram a estrutura, colmatando e reformulando partes em falta. Por essa mesma altura, o recinto terá sido adaptado a prisão.

Bastante mais recentemente, já no século XX, as obras de restauro do conjunto foram as principais responsáveis pela imagem actual do monumento. Entre 1940 e 1952, numerosas partes foram reconstruídas, num processo que pretendeu reiventar parcialmente o castelo. Na década de 90, o Programa das Aldeias Históricas determinou numerosas intervenções no núcleo intra-muros, salientando-se as primeiras escavações arqueológicas e a perspectiva global de reabilitação de toda a vila.

info: www.castelodesortelha.com/

Rua de Sortelha

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SORTELHA (Portugal)

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Largo do Pelourinho, em Sortelha

SORTELHA (Portugal): Pelourinho.

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Apresentando as armas reais, este situa-se dentro do núcleo intra-muros, no Largo do Pelourinho, no sopé do castelo, perto da Antiga Casa da Câmara e Cadeia. Corresponde a um pelourinho manuelino de tabuleiro, semelhante ao pelourinho de Valhelhas e ao de Vila Nova de Foz Côa. Exibe seis degraus octogonais. A coluna não possui base e o capitel é canelado, com secção circular. Sobre este existe uma peça em forma de losango, com lados curvos. O remate é efectuado em tabuleiro, originando uma forma de secção circular, devido à sobreposição de anéis em forma crescente, onde assentam quatro colunelos. No topo encontra-se uma esfera armilar, alongada, atravessada por um espigão em ferro.

info: Carta do lazer das Aldeias Históricas

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Sortelha

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SORTELHA (Portugal)

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Sortelha é essencialmente uma aldeia medieval: as pesquisas arqueológicas realizadas durante os trabalhos no âmbito do Programa das Aldeias Históricas vieram pôr a descoberto inúmeras sepulturas antropomórficas localizadas, sobretudo, em volta da igreja Matriz.

A construção das muralhas da povoação é, por tradição historiográfica, atribuída de D. Sancho I. Estas erguem-se em forma circular, fazendo corpo com enormes penedos.

No termo do antigo concelho de Sortelha conhecem-se vestígios da presença romana, como demonstra a Viam Veterum, desde a Porta Poente até ao chafariz da Azenha.

info: www.rt-serradaestrela.pt/index.php/pt/rotas-turisticas/tu...

Sortelha

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SORTELHA (Portugal)

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Sortelha é essencialmente uma aldeia medieval: as pesquisas arqueológicas realizadas durante os trabalhos no âmbito do Programa das Aldeias Históricas vieram pôr a descoberto inúmeras sepulturas antropomórficas localizadas, sobretudo, em volta da igreja Matriz.

A construção das muralhas da povoação é, por tradição historiográfica, atribuída de D. Sancho I. Estas erguem-se em forma circular, fazendo corpo com enormes penedos.

No termo do antigo concelho de Sortelha conhecem-se vestígios da presença romana, como demonstra a Viam Veterum, desde a Porta Poente até ao chafariz da Azenha.

info: www.rt-serradaestrela.pt/index.php/pt/rotas-turisticas/tu...

Castelo de Belmonte

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BELMONTE (Portugal): Castelo.

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Tendo por cenário a altiva e majestosa Serra da Estrela, ergue-se no topo da íngreme colina da vila de Belmonte o seu vetusto castelo medieval, dominando as cercanias e os vales circunvizinhos. Próximo passava a antiga via militar romana que ligava a Guarda à cidade hispânica de Mérida.Torna-se difícil traçar o percurso histórico desta fortaleza beirã até ao reinado de D. Sancho I, monarca que conferiu a Belmonte carta de foral com a data de 1199. D. Afonso III ordenou que o bispo de Coimbra procedesse à construção de Torre e Castelo, possivelmente concluídos e modificados no reinado de D. Dinis. Outras obras posteriores conferiram ao castelo de Belmonte um perfil e um carácter menos bélico e mais harmonioso.A fachada principal do castelo, orientada para Sul, ostenta um porte altivo e nóvel, impondo-se o seu portal de volta perfeita, encimado por esfera armilar e as armas dos Cabrais. Fechando o ângulo de Sudoeste surge a imponente Torre de Menagem medieva, coroada por ameias quadradas de terminação piramidal.
Na zona sudeste da muralha, o realce vai para um espaço residencial - adaptação quinhentista, com filiação na arte maneirista, de uma pequena torre medieval.
No pano exterior do Paço é ainda de realçar a esbelta janela manuelina mainelada, com a verga de recorte trilobado. Estendendo-se para Ocidente, o arruinado Paço - mandado ampliar pelo pai de Pedro Álvares Cabral - apoia-se à estrutura da Torre de Menagem. Rasgam-no ainda outras janelas de balcão que se apoiam em mísulas. Para além de pedras brasonadas, os panos de alvenaria são rasgados por aberturas de seteiras com troneiras.Tal como indica o brasão no topo da entrada do castelo, a família do descobridor do Brasil, Pedro Álvares Cabral, tem, indelevelmente, ligada a sua linhagem à história de Belmonte. Com efeito, ascendentes e descendentes deste insigne navegador português foram alcaides titulares do majestoso castelo de Belmonte.

info: www.infopedia.pt/$castelo-de-belmonte

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