sábado, 28 de setembro de 2013

Lost world

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PORTO (Portugal)

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Ilha do Farol

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OLHÃO (Portugal): Ilha do Farol.

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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Nossa Senhora do Cabo

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SESIMBRA (Portugal): Igreja de Nossa Senhora do Cabo.

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A partir do culto de Nossa Senhora do Cabo e da quatrocentista Ermida da Memória, no século XVIII por ordem de D. Pedro II e de D. José, é edificado um santuário que vai perdurar ao culto até à transição do século XIX-XX, quando entra em declínio.

Nossa Senhora do Cabo

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SESIMBRA (Portugal): Santuário de Nossa Senhora do Cabo.

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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Igreja de Nossa Senhora do Cabo

SESIMBRA (Portugal): Santuário de Nossa Senhora do Cabo.

Igreja de Nossa Senhora do Cabo

SESIMBRA (Portugal): Santuário de Nossa Senhora do Cabo.

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A partir do culto de Nossa Senhora do Cabo e da quatrocentista Ermida da Memória, no século XVIII por ordem de D. Pedro II e de D. José, é edificado um santuário que vai perdurar ao culto até à transição do século XIX-XX, quando entra em declínio.

O santuário congrega a igreja edificada entre 1701-1707 em estilo chão, duas alas de hospedarias construídas após 1715 e ampliadas entre 1745-1760, a casa da água datada de 1770 e abastecida por um aqueduto e a casa da ópera, de finais de oitocentos.
O conjunto arquitectónico é composto pela Igreja de Nossa Senhora do Cabo, Casa dos Círios, Ermida da Memória, a Casa da Água e o Aqueduto do Cabo Espichel.

info: www.turismolisboavaledotejo.pt/pt/informacao-turistica/tu...

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Cabo Espichel

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SESIMBRA (Portugal): Cabo Espichel.

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O Cabo Espichel está localizado em Portugal, a ocidente da vila de Sesimbra. É delimitado a sul e oeste pelo oceano Atlântico e a norte pela estrada nacional 379 e Ribeira dos Caixeiros. Na sua extremidade, vislumbra-se, vertiginosa e abissal, a Baía dos Lagosteiros.

info: pt.wikipedia.org/wiki/Cabo_Espichel

domingo, 22 de setembro de 2013

Farol do Cabo Espichel

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SESIMBRA (Portugal): Farol do Cabo Espichel.

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Há notícias que já em 1430 a irmandade de N.S.ª do Cabo tinha instalado um farolim predecessor do actual farol.

A torre actual foi inaugurada em 1790, em 1865 era alimentado por azeite, mudando de combustível em 1886, quando a sua luz passou a ser alimentada por incandescência de vapor de petróleo e, muito mais tarde em 1926 por electricidade.

A estrutura de apoio ao farol foi aumentada para os lados por volta de 1900.

Em 1947 entrou numa nova era no que diz respeito à iluminação. Foi montado um aparelho óptico aeromarítimo, que já tinha estado ao serviço do Farol do Cabo da Roca. Esta nova óptica dióptica - catadióptica chamada de quarta ordem, um modelo de grandes dimensões, apresenta trinta centímetros de distância focal, produzindo lampejos simples, agora com um alcance luminoso de quarenta e duas milhas náuticas (cerca de sessenta e sete quilômetros).

info: pt.wikipedia.org/wiki/Farol_do_Cabo_Espichel

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Santuário de Nossa Senhora do Cabo

SESIMBRA (Portugal): Cabo Espichel.

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A partir do culto de Nossa Senhora do Cabo e da quatrocentista Ermida da Memória, no século XVIII por ordem de D. Pedro II e de D. José, é edificado um santuário que vai perdurar ao culto até à transição do século XIX-XX, quando entra em declínio.

Santuário de Nossa Senhora do Cabo

SESIMBRA (Portugal): Cabo Espichel.

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A partir do culto de Nossa Senhora do Cabo e da quatrocentista Ermida da Memória, no século XVIII por ordem de D. Pedro II e de D. José, é edificado um santuário que vai perdurar ao culto até à transição do século XIX-XX, quando entra em declínio.

O santuário congrega a igreja edificada entre 1701-1707 em estilo chão, duas alas de hospedarias construídas após 1715 e ampliadas entre 1745-1760, a casa da água datada de 1770 e abastecida por um aqueduto e a casa da ópera, de finais de oitocentos.
O conjunto arquitectónico é composto pela Igreja de Nossa Senhora do Cabo, Casa dos Círios, Ermida da Memória, a Casa da Água e o Aqueduto do Cabo Espichel.

info: www.turismolisboavaledotejo.pt/pt/informacao-turistica/tu...

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Jardins de Alhambra

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GRANADA (Espanha): Jardins de Alhambra.

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Trata-se dum rico complexo palaciano e fortaleza (alcazar ou al-Ksar) que alojava o monarca da Dinastia Nasrida e a corte do Reino de Granada. Esta importante atracção turística espanhola exibe os mais famosos elementos da arquitetura islâmica no país, juntamente com estruturas cristãs do século XVI e intervenções posteriores em edifícios e jardins que marcam a sua imagem tal como pode ser vista na actualidade.

info: pt.wikipedia.org/wiki/Alhambra

Nossa Senhora do Cabo

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SESIMBRA (Portugal): Cabo Espichel.

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A partir do culto de Nossa Senhora do Cabo e da quatrocentista Ermida da Memória, no século XVIII por ordem de D. Pedro II e de D. José, é edificado um santuário que vai perdurar ao culto até à transição do século XIX-XX, quando entra em declínio.

Nossa Senhora do Cabo

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SESIMBRA (Portugal): Cabo Espichel.

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A partir do culto de Nossa Senhora do Cabo e da quatrocentista Ermida da Memória, no século XVIII por ordem de D. Pedro II e de D. José, é edificado um santuário que vai perdurar ao culto até à transição do século XIX-XX, quando entra em declínio.

O santuário congrega a igreja edificada entre 1701-1707 em estilo chão, duas alas de hospedarias construídas após 1715 e ampliadas entre 1745-1760, a casa da água datada de 1770 e abastecida por um aqueduto e a casa da ópera, de finais de oitocentos.
O conjunto arquitectónico é composto pela Igreja de Nossa Senhora do Cabo, Casa dos Círios, Ermida da Memória, a Casa da Água e o Aqueduto do Cabo Espichel.

info: www.turismolisboavaledotejo.pt/pt/informacao-turistica/tu...

domingo, 15 de setembro de 2013

Castelo de Marialva

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MARIALVA (Portugal): Castelo.

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O castelo compunha-se de ampla murralha de configuração ovalada, construída em grandes silhares de pedra granítica da região e adaptada às condições topográficas da área em que foi implatada. Esta cerca viria a ser reforçada, no século XIV, por três torreões de planta quadrangular denominados d o Relógio, do Monte e dos Namorados. No seu interior, em cota bastante elevada, sobressaindo de um imenso maciço rochoso, a Torre de Menagem dominava toda a malha urbana. Trata-se de um edifício possivelmente, dionisino, de planta quase trapezoidal, completado e acrescentado mais tarde.

info: www.marialva.pt/castelo/

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Ruínas de Marialva

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MÊDA (Portugal): Aldeia histórica de Marialva.

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Marialva é uma das 12 Aldeias Histórias de Portugal e situa-se a poucos minutos da cidade de Mêda. Esta aldeia, uma das relíquias vivas da nossa ancestralidade, transporta-nos às raízes mais profundas da nossa história.
Ao entrar em Marialva, fica-nos a sensação que entramos num cenário histórico, as ruas, ladeadas por edifícios resistentes ao tempo, conduzem-nos à cidadela cercada pelas muralhada em cujas ruínas perdemos a noção do tempo. No interior das muralhas, destacam-se a Praça, solenemente assinalada pelo Pelourinho e pelo edifício da antiga Casa da Câmara, também tribunal e cadeia (séc. XVII); alguns metros mais à frente a torre de menagem e a Igreja de Santiago com o seu magnífico tecto pintado e a Capela da Misericórdia, apreciada pelo retábulo em talha, são verdadeiros tesouros construídos dentro do recinto muralhado.

info: www.cm-meda.pt/

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Ruínas de Marialva

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MÊDA (Portugal): Aldeia histórica de Marialva.

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Marialva é uma das 12 Aldeias Histórias de Portugal e situa-se a poucos minutos da cidade de Mêda. Esta aldeia, uma das relíquias vivas da nossa ancestralidade, transporta-nos às raízes mais profundas da nossa história.
Ao entrar em Marialva, fica-nos a sensação que entramos num cenário histórico, as ruas, ladeadas por edifícios resistentes ao tempo, conduzem-nos à cidadela cercada pelas muralhada em cujas ruínas perdemos a noção do tempo. No interior das muralhas, destacam-se a Praça, solenemente assinalada pelo Pelourinho e pelo edifício da antiga Casa da Câmara, também tribunal e cadeia (séc. XVII); alguns metros mais à frente a torre de menagem e a Igreja de Santiago com o seu magnífico tecto pintado e a Capela da Misericórdia, apreciada pelo retábulo em talha, são verdadeiros tesouros construídos dentro do recinto muralhado.

info: www.cm-meda.pt/

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Ruínas de Marialva

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MARIALVA (Portugal)

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A construção do castelo e das muralhas de Marialva, concelho de Meda, data dos séculos XII a XIV. Este conjunto constitui um aglomerado estruturado em função do dispositivo militar,
distinguindo-se dois núcleos muralhados: a cidadela, localizada estrategicamente no ponto mais elevado, e o núcleo civil ou urbano.
A cidadela, polo exclusivamente militar, integra a torre de menagem, três torres defensivas e comunica com a vila por duas portas.
No núcleo urbano muralhado, podemos encontrar dois polos distintos: o administrativo, que congrega o pelourinho e a antiga Casa da Câmara, o Tribunal e a Cadeia, e o religioso, constituído por duas igrejas e um cemitério.
Atualmente, pouco resta desta fortaleza que se encontra quase integralmente em ruínas, à exceção dos templos. A sua localização em penhascos de difícil acesso, por motivos militares, terá contribuído em grande parte para o seu crescente abandono que se começou a verificar, com maior incidência, a partir da segunda metade do século XVIII.

info: www.infopedia.pt/$castelo-e-muralhas-de-marialva

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Casa beirã

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MARIALVA (Portugal): Casa beirã.

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Casa erigida segundo moldes beirãos. possui dois balcões que dão acesso à habitação. A portinha pequena existente debaixo do balcão destinava-se ao galinheiro. A porta mais larga do rés-do-chão servia de entrada para a loja, onde pernoitavam os animais.

Rabelos no Douro

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PORTO (Portugal): Rabelos no Douro.

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terça-feira, 3 de setembro de 2013

Castelo de Trancoso

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TRANCOSO (Portugal): Castelo.

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Apesar das destruições que o tempo e os homens provocaram, devido ao crescimento populacional extramuros, o castelo da vila beirã de Trancoso conserva ainda a sua imponente monumentalidade.Da génese desta fortaleza apenas se conhece a sua doação em 960 ao Mosteiro de Guimarães, efetuada por D. Chamoa Rodrigues. No século XII, o Castelo de Trancoso seria alvo de um cerco das tropas árabes, que não surtiu efeito devido à pronta intervenção de D. Afonso Henriques.No último quartel do século XIII - como dote dos esponsais de D. Dinis com D. Isabel de Aragão -, a vila e o castelo de Trancoso ficaram na posse da rainha. O mesmo D. Dinis encetou, ao longo do seu reinado, a reforma e ampliação das fortalezas do Reino. Trancoso mereceu especial atenção, pois encontrava-se nas proximidades da fronteira espanhola. Assim, D. Dinis mandou rodear o burgo com uma muralha defensiva, reforçando ainda a cerca e a cidadela situadas intramuros. De notar que a cerca fora já objeto de anterior ampliação no reinado de D. Afonso II, motivada pelo grande crescimento da vila.A crise de 1383-1385 teve aqui um dos seus episódios mais marcantes. Com efeito, foi neste castelo da Beira Interior que se registou uma das maiores vitórias da causa nacionalista - a denominada Batalha de Trancoso, onde os portugueses comandados pelo mestre de Avis, futuro D. João I, infligiram pesada e decisiva derrota às tropas castelhanas.O acesso ao castelo estabelece-se por duas portas principais, reforçadas e ladeadas por poderosas torres quadrangulares ameadas: a norte acede-se pela Porta do Prado, enquanto se transpõe a muralha pelo sudoeste através da Porta d'El Rei. Os panos de muralha, em alvenaria aparelhada, são reforçados por cinco torres quadrangulares, sendo ambas rematadas por ameias quadrangulares com terminação piramidal. Largos adarves e extensa praça de armas explana-se no seu interior, destacando-se no lado sul do terreiro a robusta Torre de Menagem, de forma aproximadamente trapezoidal truncada, rasgada por uma bela janela mudéjar com forma de arco em ferradura.

info: www.infopedia.pt/$castelo-de-trancoso

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Castelo de Trancoso

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TRANCOSO (Portugal): Castelo.

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As origens do castelo de Trancoso remontam aos inícios da castelologia nacional. A primeira referência conhecida data de 960, e consta de um dos mais importantes documentos altimedievais portugueses: a doação de D. Chamôa Rodrigues, ao Mosteiro de Guimarães, de numerosas estruturas (militares e, eventualmente, também civis) que detinha na Beira Interior. Por este documento, é possível perceber que esta faixa de território esteve militarmente organizada logo a partir dos inícios do século X, altura de grande expansão da esfera civilizacional asturiano-leonesa.
Dessa primeira época, conserva-se uma torre, posteriormente adaptada a torre de menagem do castelo. De planta quadrada, silhueta tronco-piramidal e aparelho não-isódomo (ostentando os silhares ranhuras para enquadrar as fiadas superiores), a torre possui uma porta rasgada em arco em ferradura, elemento que confirma a sua cronologia pré-românica (BARROCA, 1990/91 e 2000).
A entrada da Beira Interior na posse da coroa portuguesa, já no século XII, e a importância estratégica desta zona face ao reino de Leão, levou a que muitos castelos raianos fossem objecto de reforma e de actualização. Trancoso não foi excepção, tanto mais tratando-se, nessa altura, de uma das principais localidades da região, a par da Guarda e da Covilhã (GOMES, 1996, p.119).
A construção românica do castelo dotou a antiga torre de uma cintura de muralhas e converteu-a em torre de menagem. Já no século XIII, de acordo com a interpretação de Mário Barroca, esta cerca foi complementada com vários torreões de planta rectangular, o que permitiu o "tiro flanqueado" (BARROCA, 2000, p.225). A estrutura irregular da planta, que se adaptou às condicionantes do terreno, é outra característica que podemos associar ao período românico, embora o esquema oval do castelo possa datar já do reinado de D. Dinis.
É precisamente a este último reinado que se atribui a maior fase construtiva desta fortaleza medieval, na sequência da consolidação fronteiriça proporcionada pelo Tratado de Alcanices. Para além de eventuais obras no castelo, o burgo foi totalmente amuralhado, ao abrigo de um programa reformador do próprio urbanismo da vila. A cerca enquadrou totalmente o casario e as portas foram concebidas como símbolos da autoridade régia e municipal. Ladeadas por maciças torres, as portas de El-Rei e do Prado (as que se conservam) são as mais emblemáticas imagens da cidade.
O interior das muralhas foi, também, alvo de grande reformulação. Mário Barroca chamou-lhe "Urbanismo criado" e estamos, de facto, na presença de um dos melhores exemplos de urbanismo gótico português. As ruas paralelas, de quarteirões regulares (BARROCA, 2000, p.225) revelam a amplitude desse programa, que chegou até aos nossos dias e que, recentemente, tem sido alvo de renovado interesse.
Os séculos seguintes não tiveram o mesmo impacto no castelo e nas muralhas de Trancoso, como os tempos medievais. Existem notícias de obras ao longo dos séculos XIV e XV, facto que confirma a constante preocupação em actualizar os sistemas defensivos da cidade. Na época moderna, Trancoso manteve o seu estatuto de fortificação importante regional, aqui se aquartelando diversos contingentes de soldados, em especial o de William Beresford, em 1809, no contexto das invasões napoleónicas.
Em meados do século XIX, a arruinada capela de Santa Bárbara, no interior do recinto, foi adaptada a paiol, mas tal função nunca chegaria verdadeiramente a efectivar-se. Pela mesma altura, a edilidade começava a desmantelar as muralhas, com vista à utilização de material em obras públicas, como a pavimentação das vias. O período mais grave de destruição ocorreu na viragem para o século XX, altura em que, em nome da modernidade, algumas portas e torres foram destruídas. Invertida a situação, o vasto programa restaurador da DGEMN, iniciado na década de 30, levou à reinvenção de algumas partes entretanto destruídas, como troços de muralha e ameias.
PAF

info: www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimo...

domingo, 1 de setembro de 2013

Castelo de Trancoso

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TRANCOSO (Portugal): Castelo.

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Ergue-se sobre um planalto na região Nordeste da Beira, vizinho à nascente do rio Távora, afluente do rio Douro, e ao Castelo de Penedono, distante cerca de cinco léguas, com o qual compartilha caraterísticas comuns. Desde o século XII, época da constituição da nacionalidade portuguesa, a povoação e seu castelo adquiriram importância estratégica na raia com o Reino de Leão, a par de outras localizades como a Guarda e a Covilhã. Posteriormente constituir-se-ia em domínio da família dos Coutinho. Atualmente constitui-se em ex-libris da cidade, atraindo milhares de turistas anualmente.

info: pt.wikipedia.org/wiki/Castelo_de_Trancoso

Vitral da Igreja Matriz de Vila do Conde

VILA DO CONDE (Portugal): Vitral da Igreja Matriz.

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