terça-feira, 29 de abril de 2014

Rio Lima...

 ... em Cardielos (Viana do Castelo).

Nas margens do Rio Lima...

VIANA DO CASTELO (Portugal): Rio Lima, em Cardielos.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Cruzeiro barroco


VIANA DO CASTELO (Portugal): Cruzeiro em Santa Marta de Portuzelo.

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Grupo escultórico em granito representando a Virgem com o Menino. Capitel esculpido destacando-se 4 anjos de mãos dadas. Remate em cruz latina, com hastes laterais de remate piramidal e a superior com cartela, e com Cristo esculpido.

info: www.cm-viana-castelo.pt/pt/freguesia-de-santa-marta-de-po...

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Igreja de Santa Marta de Portuzelo



VIANA DO CASTELO (Portugal): Igreja de Santa Marta de Portuzelo.

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Igreja neoclássica de planta longitudinal, composta por uma nave, uma capela-mor mais baixa e estreita e uma torre adossada. As fachadas laterais encontram-se rasgadas por vãos simétricos e a fachada principal apresenta pilastras definindo três panos e encontra-se rasgada por um portal em arco de volta perfeita. No interior, destaque para dois púlpitos e para o retábulo-mor.

info: www.igogo.pt/igreja-paroquial-de-portuzelo-igreja-de-sant...

terça-feira, 22 de abril de 2014

Igreja Matriz de Ponte de Lima


PONTE DE LIMA (Portugal): Igreja de Nossa Senhora dos Anjos.

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Antes do actual edifício paroquial de Ponte Lima, outro existiu, de prováveis raízes românicas (edificado pelos séculos XII-XIII) e de estrutura modesta, com apenas uma nave, a que Carlos Alberto Ferreira de Almeida atribuiu o registo inferior da fachada principal, incluindo o portal (ALMEIDA, 1978, vol. 2, p.253 e 1987, p.102). É um facto que existem grandes diferenças estéticas entre os elementos que compõem a fachada principal, mas não estamos ainda em condições de atribuir o portal a essa época tão recuada, para mais sabendo-se como o Gótico foi destituído de rasgos monumentais no Norte do país, fazendo da sobriedade e do arcaísmo estilístico um valor artístico de primeira importância.
A igreja que hoje conhecemos data de meados do século XV. Em 1444, nas Cortes de Évora, os procuradores de Ponte de Lima declararam que a Igreia uelha era tam pequena Em que nom podiamos caber (ANDRADE, 1990, p.59, nota 67). O facto de, aqui, se utilizar uma forma verbal do passado, faz supor que a construção do novo templo se havia já iniciado. Os recursos financeiros foram proporcionados por D. João I e pelo regente D. Pedro e a empreitada prolongou-se até à década de 50.
Desconhecemos ainda como teria sido o projecto quatrocentista do conjunto, uma vez que foram muitos os acrescentos posteriores verificados. Uma interpretação veiculada nos anos 70 do século XX dá conta da possibilidade de ter existido uma reformulação do projecto, sensivelmente um século depois de concluído. Segundo essa perspectiva, a campanha quatrocentista havia edificado uma igreja de nave única - a que corresponde o portal -, e só a partir de meados do século XVI se deu corpo à estrutura tripartida que ainda hoje existe (Inventário, 1974, p.2).
Fosse como fosse, o certo é que a renovada Matriz de Ponte de Lima ocupa um lugar relativamente marginal na evolução do estilo Gótico em Portugal. O portal é de quatro arquivoltas reintrantes, uma delas decorada com semi-esferas (um motivo que pode bem corresponder ao século XV). Os capitéis, por seu turno, são maioritariamente vegetalistas, de folhagem muito presa ao campo escultórico e elementos tratados sumariamente. A rosácea radiante é, como se verá, um produto do restauro.
Cedo a igreja despertou as atenções das classes elevadas da sociedade local, que aqui procuraram estabelecer a sua última morada. De c. 1540 é a capela de Nossa Senhora da Conceição, no extremo Sudoeste do conjunto, espaço de planta quadrangular, coberto por abóbada polinervada, de volumosos bocetes, que alberga os túmulos da instituidora, D. Inês Pinto, e de seu marido, ambos em campa rasa.
A grande transformação do interior teve lugar a partir de 1567, ano em que está documentado um tal mestre Luís, oriundo da cidade do Porto, à frente da campanha maneirista (Ibidem, pp.3-4). Os trabalhos iniciaram-se com a integral substituição da capela-mor, que ficou de planta rectangular, com cobertura de abóbada de berço em caixotões. No transepto, as duas capelas extremas foram também construídas e mantém-se a dúvida sobre se, só então, se terá alargado o corpo para as actuais três naves. A actual estrutura é plenamente maneirista, com arcos formeiros moldurados e de volta perfeita, não restando quaisquer vestígios da presumível organização tardo-gótica anterior. As obras continuaram nessa segunda metade do século XVI, com o pórtico erudito que enquadra o arco triunfal, a estrutura que ladeia o arco do absidíolo Sul (datado de 1589) e a reformulação das naves (até c. 1590).
O século XVIII trouxe grande parte das obras de talha que ornamentam o interior. A principal localiza-se na extremidade Sul do transepto e é um amplo retábulo de estilo nacional, datado de 1729, dedicado a Nossa Senhora das Dores. O coroamento da torre sineira foi intervencionado na segunda metade do século XIX e, mais recentemente (1932) realizou-se a rosácea neo-gótica, a partir do modelo da igreja de São Francisco do Porto.
PAF

info: www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimo...

Rua Formosa



PONTE DE LIMA (Portugal): Rua Formosa.

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sexta-feira, 18 de abril de 2014

Largo de Camões



PONTE DE LIMA (Portugal): Largo de Camões.

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A atual fisionomia do Largo de Camões começou a ser delineada no final dos anos 20 do séc. XX altura em que se iniciaram extensas obras, alteando-o parcialmente e nivelando-o de forma a ter melhor ligação ao Largo da Feira (surgido na altura) e Passeio 25 de Abril, atulhando-se dois arcos da ponte medieval, implantando-se aí o chafariz renascentista e "desenhando-se" novo pavimento.

info: www.cm-pontedelima.pt/ponto_interesse.php?id=1

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Largo de Camões



PONTE DE LIMA (Portugal): Largo de Camões.

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No atual espaço do Largo de Camões, a cerca muralhada separava o extenso areal ribeirinho de um interior onde coabitavam espaços verdes, casas e quintais, que estavam a Norte balizadas pela Rua da Ponte na qual entroncava a Rua do Rosário e a sul pela Rua da Ribeira, hoje chamada do Postigo que desembocava no Passeio 25 de Abril, bem ao lado da Torre de S. Paulo ou da Expectação.

Na segunda metade do séc. XIX, com a demolição da muralha e da Torre dos Grilos que se encontrava à boca da ponte, o espaço do futuro Largo de Camões ganhou uma outra dimensão. Os quintais que tinham como baliza a parede da muralha passavam a ficar devassados e as casas que nela entestavam foram obrigadas a encontrar um novo apoio ou a reorganizar as suas estruturas e fachadas. O chão foi aplanado e ensaibrado de modo a tornar-se no primeiro pavimento de um espaço público.

Pouco depois da cheia de 1909 o Largo foi objeto de um novo alteamento, que se traduziu em novo piso de saibro sobreposto a uma espessa camada de entulhamento.

A atual fisionomia do Largo de Camões começou a ser delineada no final dos anos 20 do séc. XX altura em que se iniciaram extensas obras, alteando-o parcialmente e nivelando-o de forma a ter melhor ligação ao Largo da Feira (surgido na altura) e Passeio 25 de Abril, atulhando-se dois arcos da ponte medieval, implantando-se aí o chafariz renascentista e "desenhando-se" novo pavimento.

O curioso poço do séc. XV de secção retangular, com cerca de 3 metros de profundidade, totalmente forrado com boa silharia e que rematava em abobada, integrava-se numa imponente construção que aí existia denominada Casa do Patim.

info: www.cm-pontedelima.pt/ponto_interesse.php?id=1

terça-feira, 15 de abril de 2014

Ponte Medieval de Ponte de Lima


PONTE DE LIMA (Portugal): Ponte Medieval.

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Monumento Nacional de primeira grandeza é a medieva ponte que atravessa o leito do Rio Lima, ao largo da vila minhota de Ponte de Lima. Esta ponte e este rio - que estão na origem do nome da povoação que o margina - sempre se revelaram importantes vias de comunicação do Alto Minho.A ponte, que estabelece a ligação entre a parte central do burgo e o Bairro de Além-da-Ponte, seria reconstruída cerca de 1362. A sua estrutura é composta por 24 arcos, com o troço inicial construído sobre um velho braço do rio e que atualmente se encontra assoreado - vestígios materiais de uma anterior ponte romana que ligava o eixo viário entre Braga e a cidade espanhola de Astorga. Este trecho inicial da ponte romana, que se localiza na margem direita do leito do rio, foi edificado no tempo do imperador Augusto.Os romanos e bem aparelhados arcos de volta perfeita contrastam vivamente com os restantes 16 arcos quebrados, que sustentam grande parte do estreito tabuleiro de circulação. Estes arcos góticos trecentistas, intercalados por olhais, estão assentes em excêntricos talha-mares graníticos que se assemelham a diminutas e pontiagudas proas de um barco.

info: www.infopedia.pt/$ponte-medieval-de-ponte-de-lima

Casas de Ponte de Lima


PONTE DE LIMA (Portugal)

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sábado, 12 de abril de 2014

Torre de menagem do castelo de Pinhel


PINHEL (Portugal): Torre de menagem do castelo.

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O vetusto e sólido castelo granítico da cidade de Pinhel é uma fortaleza da raia beirã que, com toda a probabilidade, remontará ao tempo dos povos pré-romanos peninsulares. Contudo, o protetor castelo da Serra da Marofa teve uma importância estratégica de relevo na época romana, dado que parte da rede viária imperial cruzava as terras de Pinhel.A fortaleza beirã entra num período obscuro após a queda do Império Romano, por convulsões que duraram cerca de 700 anos, sucessivamente ocupada por povos de origem germânica e árabes provenientes do Norte de África. Decorrido que foi este tempo, Pinhel e a sua fortaleza ressurgem das trevas com D. Afonso Henriques, monarca que procede ao seu povoamento a ao reforço das suas defesas, política que iria ser prosseguida pelo seu filho D. Sancho I e por D. Afonso II.No reinado de D. Dinis, o castelo de Pinhel foi ampliado, estendendo-se o seu manto protetor até à malha urbana da antiga vila. Ao longo dos conflitos que assolaram a história portuguesa, Pinhel alinhou sempre pela causa nacionalista, o que lhe causou alguns dissabores, quer fosse durante a crise de 1383-85, tomando o partido pelo Mestre de Avis, quer posteriormente em 1640, na época da Guerra da Restauração, altura em que sofreu alterações estruturais e foi um dos núcleos do forte dispositivo defensivo da fronteira nacional.O seu perfil arquitetónico anelar deve-se, em grande medida, à reforma dionisiana. A cidadela ergue-se no alto de um outeiro, dominando a malha urbana e os vastos terrenos em seu redor. A Porta de Santiago, de arco pleno, marca uma das entradas do castelo, estando protegida por um robusto cubelo quadrangular. Para além desta, o sistema de acesso ao recinto do castelo de Pinhel compreendia mais cinco entradas - respetivamente a da Vila, a de S. João, a de Marrocos, a de Alvacar e a de Marialva -, sendo as suas poderosas cortinas de granito aparelhado reforçadas por seis torres defensivas.
No interior da praça de armas elevam-se duas independentes e altivas torres ameadas, obra erguida em tempo de D. Dinis, correspondendo a mais elevada à de Menagem, e reformulada em tempo de D. Manuel I. Esta apresenta gárgulas salientes, belos balcões sutentados por mísulas, com sistema de mata-cães. Sob estes foram rasgadas janelas, uma das quais é geminada e ostenta uma profusa decoração naturalista na curvilínea verga manuelina. O interior da torre apresenta um salão coberto por uma abóbada nervurada, obra igualmente reformulada no reinado de D. Manuel I.

info: www.infopedia.pt/$castelo-de-pinhel

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Torre de menagem do castelo de Pinhel



PINHEL (Portugal): Torre de menagem do castelo.

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O vetusto e sólido castelo granítico da cidade de Pinhel é uma fortaleza da raia beirã que, com toda a probabilidade, remontará ao tempo dos povos pré-romanos peninsulares. Contudo, o protetor castelo da Serra da Marofa teve uma importância estratégica de relevo na época romana, dado que parte da rede viária imperial cruzava as terras de Pinhel.A fortaleza beirã entra num período obscuro após a queda do Império Romano, por convulsões que duraram cerca de 700 anos, sucessivamente ocupada por povos de origem germânica e árabes provenientes do Norte de África. Decorrido que foi este tempo, Pinhel e a sua fortaleza ressurgem das trevas com D. Afonso Henriques, monarca que procede ao seu povoamento a ao reforço das suas defesas, política que iria ser prosseguida pelo seu filho D. Sancho I e por D. Afonso II.No reinado de D. Dinis, o castelo de Pinhel foi ampliado, estendendo-se o seu manto protetor até à malha urbana da antiga vila. Ao longo dos conflitos que assolaram a história portuguesa, Pinhel alinhou sempre pela causa nacionalista, o que lhe causou alguns dissabores, quer fosse durante a crise de 1383-85, tomando o partido pelo Mestre de Avis, quer posteriormente em 1640, na época da Guerra da Restauração, altura em que sofreu alterações estruturais e foi um dos núcleos do forte dispositivo defensivo da fronteira nacional.O seu perfil arquitetónico anelar deve-se, em grande medida, à reforma dionisiana. A cidadela ergue-se no alto de um outeiro, dominando a malha urbana e os vastos terrenos em seu redor. A Porta de Santiago, de arco pleno, marca uma das entradas do castelo, estando protegida por um robusto cubelo quadrangular. Para além desta, o sistema de acesso ao recinto do castelo de Pinhel compreendia mais cinco entradas - respetivamente a da Vila, a de S. João, a de Marrocos, a de Alvacar e a de Marialva -, sendo as suas poderosas cortinas de granito aparelhado reforçadas por seis torres defensivas.
No interior da praça de armas elevam-se duas independentes e altivas torres ameadas, obra erguida em tempo de D. Dinis, correspondendo a mais elevada à de Menagem, e reformulada em tempo de D. Manuel I. Esta apresenta gárgulas salientes, belos balcões sustentados por mísulas, com sistema de mata-cães. Sob estes foram rasgadas janelas, uma das quais é geminada e ostenta uma profusa decoração naturalista na curvilínea verga manuelina. O interior da torre apresenta um salão coberto por uma abóbada nervurada, obra igualmente reformulada no reinado de D. Manuel I.

info: www.infopedia.pt/$castelo-de-pinhel

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Igreja de Santa Maria do Castelo


PINHEL (Portugal): Igreja de Santa Maria do Castelo.

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A igreja de Santa Maria do Castelo de Pinhel implanta-se no centro histórico da vila, dentro das muralhas góticas que D. Dinis mandou reformular. Foi o principal templo da localidade durante a Idade Média, situando-se a construção actual pelos séculos XIII-XIV, provavelmente na mesma altura em que o grande estaleiro militar do castelo estava em plena actividade.
Estilisticamente, é uma obra arcaizante, conotada ainda com o aspecto compacto das edificações românicas. A fachada principal, de pano único e empena triangular, é rasgada axialmente por portal de arco apontado, dotado de impostas salientes e sumariamente decoradas com molduras horizontais. A secção superior da frontaria é posterior, com aparelho construtivo diferenciado que integra óculo circular a eixo. Não restam dúvidas de que a fachada foi intervencionada durante a época moderna, uma vez que, do lado direito do portal, rasga-se um janelão rectangular, em forma de púlpito para o exterior do edifício, semelhante a outros que decoram algumas igrejas da região. A própria torre sineira, que limita o alçado meridional, parece ser posterior, com recurso a aparelho construtivo distinto e remate superior que não acompanha a linha de repouso da empena da frontaria.
O interior é de nave única coberta por tecto de madeira, em forma de caixotões policromados de época barroca. A capela-mor, rectangular, conserva um interessante conjunto de pintura seiscentista, composto por catorze tábuas alusivas a cenas da Virgem Maria. Do século anterior, e provavelmente procedente do retábulo quinhentista do templo, são duas outras obras pictóricas, representando a Fuga para o Egipto e Nossa Senhora da Conceição. Ainda no interior, conserva-se uma escultura quatrocentista, dedicada às Santas Mães, obra realizada nos ateliers de Coimbra e atribuída à oficina da família Diogo Pires, eventualmente da primeira fase.
A importância religiosa do local onde se implanta a igreja é atestada pela presença de uma necrópole baixo-medieval, intervencionada arqueologicamente por Pilar Reis e cujas conclusões preliminares apontam para uma ocupação prolongada, entrando bem na Idade Moderna.
(PAF)

info: www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimo...

A caminho do castelo de Pinhel...

PINHEL (Portugal)

Igreja da Misericórdia de Pinhel


PINHEL (Portugal): Igreja da Misericórdia de Pinhel.

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A Igreja da Misericórdia de Pinhel situa-se no Largo D. Cristóvão de Almeida Soares, na cidade de Pinhel. Esta Igreja é contígua à Igreja de São Luís. Terá sido construída no século XVI, já que a data de 1537 encontra-se gravada no altar da capela lateral. Na mesma altura é fundada a Santa Casa da Misericórdia de Pinhel.

A Igreja, de arquitectura religiosa manuelina, é constituída por uma nave única com tribunas laterais simétricas e capela-mor, e um janelão setecentista na fachada.

Nas invasões francesas a Portugal, em 1810, as tropas francesas destroem o cartório da Misericória e saqueiam a Igreja.

info: pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_da_Miseric%C3%B3rdia_de_Pinhel

Igreja de São Luís


PINHEL (Portugal): Igreja de São Luís.

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O Convento de São Luís e a sua respectiva igreja foram fundados em 1596 por Luís de Figueiredo Falcão, para albergar uma comunidade de clarissas. Em Dezembro de 1602 o cenóbio foi entregue à Ordem de São Francisco, e no ano seguinte o espaço foi habitado pelo primeiro grupo de freiras, oriundo do Convento de Santa Clara da Guarda.
Em 1797 o Bispo da Guarda D. Bernardo Bernardino Beltrão elevou o templo a catedral, que se manteve como sede de bispado até ao ano de 1881. Depois da proclamação da República, em 1910, o edifício conventual foi repartido por distintas entidades e os seus espaços foram adaptados para receberem um teatro, o tribunal e outras repartições públicas. O espaço da cerca foi transformado num jardim público.
A igreja, que desde 1836 é sede de paróquia, desenvolve-se em planta longitudinal, composta por dois corpos rectangulares adossados, correspondentes aos espaços da nave e à capela-mor, ladeada por anexos e pela sacristia.
A fachada, possivelmente reconstruída no início do século XIX, apresenta ao centro portal com moldura em arco abatido, encimado por janela gradeada. O frontispício é rematado por frontão contracurvado. Do lado direito, foi edificada a torre sineira, executada em 1862 por um mestre local.
O interior é coberto por abóbada de madeira, possuindo do lado da Epístola púlpito de cantaria lavrado. Junto ao arco triunfal foram edificados dois altares colaterais de talha dourada.
O espaço da capela-mor, coberto por tecto de caixotões de madeira pintados com cenas marianas, é decorado com painéis de azulejos polícromos de padrão de manufactura seiscentista. O retábulo-mor de talha dourada, também edificado no início do século XVII, integra ao centro uma tábua com figuração cristológica.
(Catarina Oliveira)

info: www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimo...

terça-feira, 8 de abril de 2014

Pelourinho e Casa Grande


PINHEL (Portugal): Pelourinho e Casa Grande.

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O pelourinho um dos símbolos mais importantes da cidade de Pinhel, representando a autonomia judicial do concelho e classificado como Monumento Nacional em 1910. Apresenta cinco degraus octogonais, coluna octogonal de base quadrada e capitel de base circular rematado por uma gaiola de oito pequenas colunas decoradas com motivos vegetalistas.

A Casa Grande foi edificada na primeira década do século XVIII, junto à muralha de Pinhel, tendo pertencido à família Antas e Meneses, que detinha a alcaidaria-mor da vila. Durante as Invasões Francesas o edifício seria ocupado pelas tropas francesas, que aí se instalaram no ano de 1810. Mais tarde, passava a pertencer à família Noronha e Avilez, que o vendeu ao Conde de Pinhel. Já no século XX a Casa Grande tornava-se sede do Grémio da Lavoura, e nos anos de 1973-1974 esta cooperativa agrícola cedia o espaço à Câmara Municipal de Pinhel. Depois de realizadas algumas obras de conservação o solar passava a desempenhar funções de paços do concelho da cidade. Actualmente alberga também a Biblioteca Municipal.
A Casa Grande de Pinhel mantém ainda hoje a sua fisionomia original, enquanto exemplar da arquitectura civil barroca. Com planta rectangular irregular, desenvolvida horizontalmente, o espaço do edifício congrega a zona habitacional e o espaço da capela.
Foi até recentemente o edifício da Câmara Municipal de Pinhel, que se transferiu para instalações provisórias de modo a serem realizadas obras no seu interior. Previsivelmente não voltará a ser os Paços de Concelho de Pinhel.

info: pt.wikipedia.org/wiki/Casa_Grande_%28Pinhel%29;
www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimo...;
www.igogo.pt/pelourinho-de-pinhel/

Cristo-Rei, no topo da serra da Marofa

FIGUEIRA DE CASTELO RODRIGO (Portugal): Cristo-Rei, no topo da serra da Marofa.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Cristo-Rei, no topo da serra da Marofa

 
FIGUEIRA DE CASTELO RODRIGO (Portugal): Cristo-Rei, no topo da serra da Marofa.

http://vmribeiro.net

Mais alto que o monumento de Almada, construído há 50 anos, o Cristo-Rei, no topo da serra da Marofa, está a quase mil metros de altitude.
 Mais antiga que a estátua da Margem Sul, esta representação do Cristo Redentor é a mais elevada do país, em pleno concelho de Figueira de Castelo Rodrigo. Esculpida em granito branco, com seis metros de altura, a estátua foi ali colocada em Julho de 1956.

domingo, 6 de abril de 2014

Cristo-Rei, no topo da serra da Marofa


FIGUEIRA DE CASTELO RODRIGO (Portugal): Cristo-Rei, no topo da serra da Marofa.

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Mais alto que o monumento de Almada, construído há 50 anos, o Cristo-Rei, no topo da serra da Marofa, está a quase mil metros de altitude.

Mais antiga que a estátua da Margem Sul, esta representação do Cristo Redentor é a mais elevada do país, em pleno concelho de Figueira de Castelo Rodrigo. Esculpida em granito branco, com seis metros de altura, a estátua foi ali colocada em Julho de 1956.

Pousada num penedo no alto da Serra, a imagem de braços abertos, como que abençoando o concelho de Figueira de Castelo Rodrigo, é da autoria de canteiros de Ermesinde, sob a coordenação de Joaquim Barreiro, escultor natural de Alfena

A sua construção, poderá terá sido inspirada na de Almada, que já se encontrava a ser edificada, ou na original estátua de Cristo Redentor do Rio de Janeiro, já que, nessa época, muitos portugueses regressavam do outro lado do Atlântico da primeira grande leva de emigração.

Esta representação de Cristo, virada para Espanha, já foi em tempos muito visitada por peregrinos oriundos da região transfronteiriça, que ainda a veneram todos os anos, por ocasião do 13 de Agosto, dia da Senhora da Marofa (ou Morofa, nome original).

A serra da Morofa é o ponto mais alto da região de Riba Côa, e sempre teve um papel de guia, ajudando os viajantes desde tempos imemoriais, permanecendo ainda hoje como um lugar de referência para toda esta região transfronteiriça.

Juntamente com o estátua, moram na serra, uma ermida em honra de Nossa Senhora de Fátima e um conjunto de gigantescas antenas de telecomunicações, num cenário que junta a religiosidade popular e a comunicação moderna.

Info: www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=123356...

sábado, 5 de abril de 2014

Miradouro - Igreja Nossa Senhora da Vitória


PORTO (Portugal): Miradouro - Igreja Nossa Senhora da Vitória.

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Do largo, junto a esta igreja, pode-se apreciar belas paisagens quer sobre o casario da Vitória, quer sobre o Rio Douro, desde a Sé e o Paço Episcopal, à Ponte Luis I e à marginal de Gaia.

Miradouro - Igreja Nossa Senhora da Vitória



PORTO (Portugal): Miradouro - Igreja Nossa Senhora da Vitória.

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Do largo, junto a esta igreja, pode-se apreciar belas paisagens quer sobre o casario da Vitória, quer sobre o Rio Douro, desde a Sé e o Paço Episcopal, à Ponte Luis I e à marginal de Gaia.

Castelo Rodrigo

CASTELO RODRIGO (Portugal)

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Palácio de Cristóvão de Moura

CASTELO RODRIGO (Portugal): Ruínas do Palácio de Cristóvão de Moura.
 
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No início do século XVI, reconstruiu-se a torre de menagem e, em 1508, o monarca enviou Mateus Fernandes e Álvaro Pires para avaliar do estado da fortaleza. No final do século, em 1594, Filipe I elevou a localidade a condado, legando o título a Cristóvão de Moura.

Cristóvão de Moura, que chegou a ser vice-rei de Portugal, mandou erguer para sua residência, em 1590, no lugar da antiga alcáçova, um palácio de estilo maneirista, cercado por muros reforçados por cubelos, ornado com uma porta em estilo gótico.

Após 1640, com a Restauração da Independência, o paço foi arrasado pela população, que o via como uma marca do domínio espanhol, mesmo tendo o seu promotor falecido há quase três décadas, permanecendo em ruínas até à actualidade. Com relevância militar ainda nos séculos XVIII e XIX, o Palácio foi parcialmente restaurado na década de 40 do século XX, mas só muito recentemente foi alvo de um programa global de intervenção.

info: www.espirito-de-aventura.iblogger.org/Aldeias/Castelo_Rod...

Rua do Relógio

CASTELO RODRIGO (Portugal): Rua do Relógio.

Ao fundo vislumbra-se a Porta Nascente, uma das entradas na aldeia histórica.

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