domingo, 31 de agosto de 2014

Órgão da igreja de S. Gonçalo

AMARANTE (Portugal): Órgão da igreja de S. Gonçalo.

sábado, 30 de agosto de 2014

Claustro do Convento de S. Gonçalo de Amarante


AMARANTE (Portugal): Claustro do Convento de S. Gonçalo de Amarante.

Das restantes dependências conventuais, merece um destaque especial o primeiro dos dois claustros, já que o segundo foi parcialmente destruído para se construir a Câmara Municipal de Amarante. O claustro primacial, dividido em dois andares, apresenta-se com o piso térreo ritmado por uma série de arcos de volta perfeita, assentes em pilares da ordem jónica e sustentando cobertura de abóbadas artesoadas. O andar superior é constituído por galeria corrida de colunas, apoiando uma cobertura de abóbada de nervuras múltiplas. No centro do pátio claustral ergue-se uma monumental e formosa fonte.

info: www.infopedia.pt/$convento-de-s.-goncalo-de-amarante

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Largo do Toural



GUIMARÃES (Portugal): Largo do Toural.

Considerado hoje como o coração da cidade, era no século XVII um largo extramuros junto à principal porta da vila, onde se realizava a feira de gado bovino e outras de diversos produtos. Em 1791 a Câmara aforou o terreno junto à muralha para edificação de prédios, que foram feitos mais tarde segundo planta vinda possivelmente de Lisboa, e determina-se assim, o início da lenta transformação do Toural. Na segunda metade do século é construído o Jardim Público, rodeado por um gradeamento de ferro, que abre em 1878. Para este espaço é criado um mobiliário urbano enquadrado na nova arquitectura do ferro: coreto, mictório, bancos e candeeiros. Com a implantação da República o Jardim Público é transferido para outro local, sendo então colocada no centro do Toural a estátua de D. Afonso Henriques. Alguns anos depois esta vai para o Parque do Castelo e é substituída por uma vistosa Fonte Artística. Actualmente, resultado da intervenção realizada em 2011, regressou ao largo o Chafariz renascentista de três taças, originalmente colocado no Toural em 1583, e depois transferido para o Largo Martins Sarmento entre 1873 e 2011.

info: www.guimaraesturismo.com/pages/153?geo_article_id=107

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Praça de Santiago



GUIMARÃES (Portugal): Praça de Santiago.

Segundo a tradição, uma imagem da Virgem Santa Maria foi trazida para Guimarães pelo apóstolo S. Tiago, e colocada num Templo pagão num largo que passou a chamar-se Praça de Santiago. Praça bastante antiga, referida ao longo do tempo em vários documentos, conserva ainda a traça medieval.
Foi nas suas imediações que se instalaram os francos que vieram para Portugal em companhia do Conde D. Henrique.
Aí estava situada uma pequena capela alpendrada do séc. XVII dedicada a Santiago que foi demolida em finais do séc. XIX.

info: www.guimaraesturismo.com/pages/153/?geo_article_id=73

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Padrão do Salado e Igreja da Oliveira


GUIMARÃES (Portugal): Padrão do Salado e Igreja da Oliveira.

A Igreja da Oliveira remonta ao século X, fundada pela condessa Mumadona Dias. Contudo, o templo actual é obra do final do XIV, estando a sua origem ligada aos acontecimentos da crise de 1383-85, em homenagem a Nossa Senhora da Oliveira a quem D. João I se encomendara antes da Batalha de Aljubarrota.
O Padrão do Salado (ou de Nossa Senhora da Vitória) foi erigido em 1342, no reinado de D. Afonso IV, para comemorar a participação portuguesa na Batalha do Salado. O monumento é constituído por um alpendre gótico em granito, que abriga um cruzeiro em calcário dourado.

info: arte.vmribeiro.net/?p=9

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Padrão Comemorativo da Batalha do Salado


 GUIMARÃES (Portugal): Padrão Comemorativo da Batalha do Salado.

Localizado na principal praça da cidade medieval, a Praça de Santa Maria - centro nevrálgico do burgo desde, pelo menos, o século XII -, o Padrão do Salado é um dos mais emblemáticos monumentos de Guimarães e uma das obras de maior simbolismo do Portugal medieval.
A sua construção remonta a 1340, ano da Batalha do Salado, em que tomou parte D. Afonso IV, conjuntamente com exércitos de Castela e de Aragão, contra tropas muçulmanas do reino de Granada e do Norte de África. Este feito, que estará na origem do cognome "o Bravo" de D. Afonso IV, motivou uma série de construções comemorativas, em várias partes do reino, sendo esta de Guimarães uma das mais célebres. Diante da principal instituição da cidade - e uma das que estava seguramente conotada com os períodos condal e de autonomização do reino - o Padrão do Salado é uma obra gótica relativamente modesta.
Compõe-se de um espaço quadrangular abobadado, aberto nas suas quatro faces através de arcarias quebradas, assentes em colunas adossadas, a partir das quais partem as nervuras da abóbada.
Estilisticamente, é uma obra relacionada com o Gótico da primeira metade do século XIV, ainda conotado com o período dionisino, recorrendo a um aspecto demasiado compacto e reforçado das estruturas, com pilares de colunas adossadas, nervuras bem vincadas e uma abóbada relativamente baixa. Também a decoração reforça este sentido austero do monumento: os capitéis, de decoração vegetalista, mas também antropomórfica, foram esculpidos de forma bastante rude, destacando-se a composição muito pouco do suporte. Por outro lado, os arcos são decorados por uma solução dentada, que acompanha toda a sua curvatura, existindo ainda ténues sequências de bolas. A monumentalidade do conjunto é dada pela existência de gabletes bastante apontados a coroar as aberturas para o espaço central, que se elevam praticamente à mesma altura do abobadamento exterior, e em cujo tímpano se colocaram escudos reais.
Nove anos depois de construído o padrão, o seu espaço central foi ocupado por um pedestal, em cujo topo se colocou a cruz, que ainda hoje subsiste. A sua compra deveu-se ao mercador vimaranense Pedro Esteves, que, ao que tudo indica, a adquiriu na Normandia (FERREIRA, 1996, 10). Trata-se de uma cruz espiritualmente gótica, representando as duas Paixões primordiais da religiosidade baixo-medieval: de um lado, a crucificação de Cristo; de outro, a figura da Virgem. O fuste foi enriquecido com as representações de São Vicente, São Torquato, São Filipe e um anjo, figuras que pouco ou nada se relacionam com a história de Guimarães ou com a Batalha do Salado, revelando, assim, tratar-se esta obra de uma clara importação, originalmente concebida para outro fim e outro teritório.
O padrão da vitória do Salado, mercê da sua localização em relação à colegiada e da imagem de devoção no interior, transformou-se, em pouco tempo, num dos mais importantes centros marianos do Norte do país, sendo procurado por verdadeiras multidões em dias de romarias e de festas. O gradeamento que o protege foi sucessivamente reformado ao longo dos tempos, datando da década de 70 do século XX a última grande campanha de restauro, momento em que foram substituídas as grades e se procedeu à consolidação das estruturas.
PAF

info: www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel...

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