terça-feira, 30 de setembro de 2014

Cais palafítico no rio Lima

VIANA DO CASTELO (Portugal): Cais palafítico no rio Lima.

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Rio Lima

VIANA DO CASTELO (Portugal): Rio Lima.

domingo, 21 de setembro de 2014

Santuário de São Torcato


GUIMARÃES (Portugal): Santuário de São Torcato.

O templo de estilo híbrido, com elementos clássicos, góticos, renascentistas e românticos, encontra-se todo construído em cantaria de pedra de granito da região, sendo uma obra-prima do neomanuelino, cuja construção se iniciou em 1871 e estende-se até aos dias de hoje. O gosto ecléctico, surge dentro do contexto da época, com predomínio de elementos decorativos neo-românicos. Possui dimensões consideráveis.

No interior da Igreja encontra-se o corpo incorrupto de São Torcato.

info: pt.wikipedia.org/wiki/Santu%C3%A1rio_de_S%C3%A3o_Torcato

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Teleférico de Guimarães


GUIMARÃES (Portugal): Teleférico de Guimarães.

Provavelmente o primeiro Teleférico a entrar em funcionamento em Portugal, em 11 de Março 1995. Recebe visitas de todas as origens, seja de Portugueses, como de Estrangeiros, durante todo o ano.

Faz o transporte entre a cidade de Guimarães e a Montanha da Penha e proporciona uma viagem de 1.700 metros, vencendo uma altitude de 400 metros em apenas alguns minutos, onde se situa um extraordinário local de culto em todo o Norte do País - o Santuário de Nossa Senhora do Carmo da Penha.

info: www.turipenha.pt/teleferico.html

domingo, 14 de setembro de 2014

Palacete do “Centro de Emprego”


FAFE (Portugal): Palacete do “Centro de Emprego”.

Há anos sem ser utilizado, o palacete anexo ao Centro de Emprego de Fafe, na rua José Cardoso Vieira de Castro, encontra-se votado ao abandono e os elementos naturais de erosão, vão desgastando o imóvel. Este belo exemplar de Arte Nova com inspiração francesa foi mandado construir em 1912 por Manuel Rodrigues Alves, natural do Porto e que viria a casar com a poetisa fafense Soledade Summavielle Soares, neta paterna do ilustre “brasileiro” de torna viagem, José Florêncio Soares e de Maria Teresa da Costa, primeiros proprietários de outro extraordinário imóvel de influência brasileira, também devoluto, localizado mesmo em frente ao Teatro-Cinema local. Nos anos 60, José Summavielle Soares recebeu a casa por herança, vendendo-a mais tarde a Alberto Leite Dantas. Em 1984 o executivo camarário promoveu a classificação do palacete como “Imóvel de Interesse Concelhio”, pelo seu “interesse e valor ao nível artístico, histórico e cultural”. A Câmara Municipal chegou a fazer um projecto visando a recuperação do imóvel, orçado em 130.000.000 escudos. Outra hipótese era uma intervenção parcial que custaria 70.000.000 escudos. Nenhuma das intenções foi viabilizada e a “nobre casa” acabou por ser adquirida, em 1986, pelo Ministério do Trabalho para instalação do Centro de Emprego e Formação Profissional de Fafe, construindo-se um edifício de raiz na zona das antigas cavalariças da casa, ficando o imóvel principal, praticante sem utilidade. Na época em que este palacete foi construído (1912), alguma imprensa local referiu-o como “a mais luxuosa moradia da vila, com todas as condições para se viver regaladamente”. É, de facto um raro exemplar de Arte Nova, construído em alvenaria, madeira e ferro forjado. Apresenta painéis de azulejos e pinturas decorativas, essencialmente, paisagens e motivos vegetalistas. No ano que completa precisamente 100 anos, um dos mais emblemáticos e valiosos imóveis históricos da cidade, em pleno centro urbano, encontra-se votado ao abandono, aguardando uma recuperação que dignifique o seu indiscutível valor histórico e patrimonial.

info: www.facebook.com/memoriasfafe

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

"Plantoir" (Colher de jardineiro)



PORTO (Portugal): "Plantoir" (Colher de jardineiro)

Esta escultura de Claes Oldenburg e Coosje van Bruggen, transforma um objecto de uso comum – uma colher de jardineiro – numa gigantesca peça de uso impossível. Reflecte o espírito pop destes artistas e o gosto pela elevação de objectos banais à condição de objecto artístico, tornando presente o próprio quotidiano como se uma lupa o ampliasse. Esta peça constitui uma referência ao próprio acto de plantar, tornando-se num símbolo e numa metáfora da intervenção qualificada do homem na natureza, podendo ser visto de 3 pontos diferentes: o caminho do jardim, a casa, e a rua, proporcionando um forte contraste com o espaço envolvente. Toda a sua força converge para o chão, para a terra, muito embora desça de uma grande altitude. Canelada nas costas e lisa por dentro, parece ter sido concebida a pensar na natureza, revelando o interesse destes artistas pela paisagem.

info: cct.portodigital.pt/gen.pl?sid=cct.sections/14112&fok...

sábado, 6 de setembro de 2014

Convento de S. Gonçalo



AMARANTE (Portugal): Convento de S. Gonçalo.

Fundado em 1540, este convento apresenta características de várias épocas. Neste monumento destacam-se a fachada principal, ao gosto filipino, a lateral, com o seu pórtico de três andares, (sendo o último barroco, com frontão rematado pelo escudo real). Uma especial atenção para a Varanda dos Reis, galeria de cinco arcos ao lado esquerdo do pórtico, os dois claustros e o interior, de três naves, com toda a sua decoração. Atualmente, funciona aqui o Museu Municipal Amadeo de Souza-Cardoso.

info: www.igogo.pt/convento-igreja-de-sao-goncalo-e-claustro/

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Igreja de São Gonçalo



 AMARANTE (Portugal): Igreja de São Gonçalo.

Fundado em 1540, o convento dominicano de São Gonçalo de Amarante foi construído no local onde se erguia uma pequena ermida medieval dedicada ao santo eremita. A edificação do cenóbio prolongou-se até ao reinado de Filipe I, e embora, numa primeira fase, a direcção das obra fosse atribuída a Frei Julião Romero, a feição maneirista que hoje apresenta o convento amarantino deve-se ao risco do arquitecto Mateus Lopes (RUÃO, 1995, p.24).
A primeira fase de obras situa-se entre 1545 e 1554, "embora seja difícil avaliar o que nesta década e mesmo na seguinte estaria feito" (Idem, ibidem). A obra seguia, assim, a um ritmo lento, e durante as décadas de 60 e 70 do século XVI, não se conhece qualquer referência documental ou cronológica à fábrica do convento (Idem, ibidem).
No entanto, em 1586 foi realizada uma vistoria nas obras do cenóbio, levada a cabo por Gonçalo Lopes, que substituía nessa tarefa o seu irmão, o arquitecto Mateus Lopes, "mestre da obra do bem aventurado São Gonçalo da vila de Amarante" (Idem, ibidem).
Nesta primeira vistoria verifica-se que estava praticamente concluída a capela-mor da igreja, faltando fechar a abóbada, bem como o primeiro piso do portal lateral e as paredes do templo. O lanço do dormitório, a sacristia, o refeitório e as suas dependências anexas estavam também edificados à data.
A estrutura do Convento de São Gonçalo apresenta evidentes semelhanças com os templos edificados pelos arquitectos Lopes tanto no Minho como na Galiza. A concepção destas "igrejas-padrão", em que se destacam as fachadas retabulares, começa com São Domingos de Viana, edificada no terceiro quartel do século XVI por João Lopes o Moço (OLIVEIRA, 2002, p. 113), e onde Mateus Lopes trabalhou durante alguns anos.
Será precisamente nas obras galegas de Mateus Lopes que este modelo atinge a sua maturação, nomeadamente em San Xoan de Poio, na Colegiada de Santiago, em Pontevedra, ou em San Martín Pinario em Compostela.
O claustro nobre de São Gonçalo foi inspirado na estrutura claustral do mosteiro de Poio (RUÃO, 1995, p. 26), e a fachada retabular, localizada num dos panos laterais do templo, teria originalmente a mesma concepção das fachadas de São Domingos de Viana e da Colegiada de Santiago (Idem, ibidem). No entanto, o projecto inicial foi alterado, uma vez que "os registos superiores são obra de outra época" (Idem, ibidem), tendo sido executados na centúria seguinte pelo arquitecto portuense Manuel do Couto.
No conjunto conventual destaca-se, ainda, a Varanda dos Reis. Rasgada no exterior do templo, ao nível do último registo do pórtico, este balcão foi, também, edificado por Manuel do Couto, apresentando nas pilastras de suporte dos arcos as estátuas dos reis que patrocinaram a construção do convento dominicano de Amarante (D. João III, D. Sebastião, D. Henrique e D. Filipe I).
Catarina Oliveira
IPPAR/2007

info: www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel...

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Casa da Calçada


AMARANTE (Portugal): Hotel Casa da Calçada Relais & Chateaux.

A Casa da Calçada é um hotel de luxo localizado na zona histórica da cidade de Amarante. Construído no século XVI para ser um dos principais palácios do Conde do Redondo, foi durante as invasões francesas um albergue dos comandos aliados, tendo desempenhado um papel essencial na defesa de Amarante e da estrada de acesso ao Porto. No entanto, ao terceiro dia de batalha, o edifício foi destruído pelo fogo.

Foi mais tarde adquirida e reconstruída pela família Pereira do Lago. Serviu de ponto de encontro para políticos e intelectuais, já no século XX. Em 2001, ficou recuperado na sua totalidade e, em Novembro de 2003, passou a integrar a conceituada cadeia de hotéis Relais & Châteaux.

info: pt.wikipedia.org/wiki/Casa_da_Cal%C3%A7ada_%28Amarante%29

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