quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Moinhos de Apúlia

APÚLIA (Portugal): Moinhos de vento.

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Moinhos de Apúlia

APÚLIA (Portugal): Moinhos de vento.

domingo, 28 de dezembro de 2014

Moinhos de Apúlia


APÚLIA (Portugal): Moinhos de vento.

Desde sempre que os seus habitantes aproveitaram o facto de esta costa ser constantemente fustigada por ventos vindos do oceano e construíram estes belos Moinhos de Vento que, apesar de já não moerem o cereal, são património cultural.

info: paisagensdeportugal.blogspot.com/2009/08/os-moinhos-de-ve...

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Moinhos de vento


APÚLIA (Portugal): Moinhos de vento.

Desde sempre que os seus habitantes aproveitaram o facto de esta costa ser constantemente fustigada por ventos vindos do oceano e construíram estes belos Moinhos de Vento que, apesar de já não moerem o cereal, são património cultural.

info: paisagensdeportugal.blogspot.com/2009/08/os-moinhos-de-ve...

quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

Moinhos de vento


APÚLIA (Portugal): Moinhos de vento.

Desde sempre que os seus habitantes aproveitaram o facto de esta costa ser constantemente fustigada por ventos vindos do oceano e construíram estes belos Moinhos de Vento que, apesar de já não moerem o cereal, são património cultural.

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domingo, 21 de dezembro de 2014

Igreja Paroquial de Apúlia

APÚLIA (Portugal): Igreja paroquial.

A igreja paroquial de Apúlia é dedicada a São Miguel, cuja festa é celebrada no dia 8 de maio. Apesar da sua aparência externa, a sua construção é muito recente: construída em 1945, no mesmo lugar onde havia o templo primitivo, caído em ruína, que remonta ao século XVII. O projeto foi realizado pelo arquiteto José Maria de Viana, em 2000 foi prorrogado de acordo com projeto do arquiteto Luís Cunha. É em estilo neoclássico e tem duas altas torres sineiras em ambos os lados do corpo principal, onde está colocada a imagem da padroeira dentro de um nicho. O interior tem três naves e mantém uma bela custódia de estilo renascentista; o resto é tudo novo. O templo é rodeado por jardins em que são representados cenas religiosas (chamemos-lhe "jardim bíblico").

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sábado, 13 de dezembro de 2014

Padrão Comemorativo da Batalha do Salado

GUIMARÃES (Portugal): Padrão Comemorativo da Batalha do Salado.

Localizado na principal praça da cidade medieval, a Praça de Santa Maria - centro nevrálgico do burgo desde, pelo menos, o século XII -, o Padrão do Salado é um dos mais emblemáticos monumentos de Guimarães e uma das obras de maior simbolismo do Portugal medieval.

A sua construção remonta a 1340, ano da Batalha do Salado, em que tomou parte D. Afonso IV, conjuntamente com exércitos de Castela e de Aragão, contra tropas muçulmanas do reino de Granada e do Norte de África. Este feito, que estará na origem do cognome "o Bravo" de D. Afonso IV, motivou uma série de construções comemorativas, em várias partes do reino, sendo esta de Guimarães uma das mais célebres. Diante da principal instituição da cidade - e uma das que estava seguramente conotada com os períodos condal e de autonomização do reino - o Padrão do Salado é uma obra gótica relativamente modesta.

Compõe-se de um espaço quadrangular abobadado, aberto nas suas quatro faces através de arcarias quebradas, assentes em colunas adossadas, a partir das quais partem as nervuras da abóbada.

Estilisticamente, é uma obra relacionada com o Gótico da primeira metade do século XIV, ainda conotado com o período dionisino, recorrendo a um aspecto demasiado compacto e reforçado das estruturas, com pilares de colunas adossadas, nervuras bem vincadas e uma abóbada relativamente baixa. Também a decoração reforça este sentido austero do monumento: os capitéis, de decoração vegetalista, mas também antropomórfica, foram esculpidos de forma bastante rude, destacando-se a composição muito pouco do suporte. Por outro lado, os arcos são decorados por uma solução dentada, que acompanha toda a sua curvatura, existindo ainda ténues sequências de bolas. A monumentalidade do conjunto é dada pela existência de gabletes bastante apontados a coroar as aberturas para o espaço central, que se elevam praticamente à mesma altura do abobadamento exterior, e em cujo tímpano se colocaram escudos reais.

Nove anos depois de construído o padrão, o seu espaço central foi ocupado por um pedestal, em cujo topo se colocou a cruz, que ainda hoje subsiste. A sua compra deveu-se ao mercador vimaranense Pedro Esteves, que, ao que tudo indica, a adquiriu na Normandia (FERREIRA, 1996, 10). Trata-se de uma cruz espiritualmente gótica, representando as duas Paixões primordiais da religiosidade baixo-medieval: de um lado, a crucificação de Cristo; de outro, a figura da Virgem. O fuste foi enriquecido com as representações de São Vicente, São Torquato, São Filipe e um anjo, figuras que pouco ou nada se relacionam com a história de Guimarães ou com a Batalha do Salado, revelando, assim, tratar-se esta obra de uma clara importação, originalmente concebida para outro fim e outro território.

O padrão da vitória do Salado, mercê da sua localização em relação à colegiada e da imagem de devoção no interior, transformou-se, em pouco tempo, num dos mais importantes centros marianos do Norte do país, sendo procurado por verdadeiras multidões em dias de romarias e de festas. O gradeamento que o protege foi sucessivamente reformado ao longo dos tempos, datando da década de 70 do século XX a última grande campanha de restauro, momento em que foram substituídas as grades e se procedeu à consolidação das estruturas.

PAF

info: <a href="http://www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel.." rel="nofollow">www.patrimoniocultural.pt/pt/patrimonio/patrimonio-imovel..</a>.

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