domingo, 29 de novembro de 2015

Cruz dos Franceses

PONTE DE LIMA (Portugal): Cruz dos Franceses.

Cruz dos Franceses (ou Cruz dos Mortos), na Serra da Labruja, que assinala o local onde a população emboscou os retardatários do exército de Napoleão, na invasão de 1809.

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Bom caminho!

PONTE DE LIMA (Portugal): Caminho de Santiago.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Sala capitular do Mosteiro de Santa María de Carracedo


CARRACEDELO (Espanha): Sala capitular do Mosteiro de Santa María de Carracedo.

A sala capitular apresenta uma cobertura abobadada do gótico tardio (século XVI). Trata-se de um espaço quadrangular, dividido por quatro colunas cujos capitéis estão decorados com temas vegetalistas e zoomórficos. Nas suas paredes encontram-se sepulcros abaciais.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Interior da Igreja Matriz de Fão


FÃO (Portugal): Interior da Igreja Matriz.

Este Templo tem origem quinhentista embora ao longo dos séculos tenha sofrido profundas alterações.

Na porta do lado da Epístola, surge-nos uma data de 1673 embora o biselado de uma das suas portas seja característico do século XVI.

O enquadramento quinhentista deste monumento é-nos dado por um documento papal, datado de 23 de Maio de 1581, no qual Gregório XIII, através da bula "Hodie Emanarunt", atribuiu à Capela Ducal de Vila Viçosa 5/6 dos rendimentos da Igreja de S. Paio de Fão.

Também em 10 de Novembro de 1587 é passado um Alvará Régio à povoação de Fão que dizia "... hei por bem e me praz de lhes conceder a imposição de que na dita petição fazem menção ...". Trata-se de um pedido que os fangueiros fizeram chegar ao Rei para que fossem realizadas obras na sua Igreja Paroquial.

Este Alvará quinhentista confirma, desde logo, que a Igreja Paroquial é muito anterior àquela data pois, já em 1587, estava arruinada e a precisar de grandes obras.

Em 1630 este templo conhecia, de novo, a ruína o que levou a que novamente se solicitasse o beneplácito régio para proceder à reconstrução daquele monumento. Assim, em 26 de Agosto de 1639, é assinado outro Alvará Régio no qual se prorrogava a imposição de " dois ceitis em cada quartilho de vinho ", destinados à Fábrica da Igreja Matriz e reparo das areias "... que cresciam de maneira que intopiam se se lhe não acudisse ".

Em finais do século XVII a Igreja Matriz ainda não estava totalmente desassoreada e, por isso, exigia-se mais um pequeno esforço da população local. É dessa forma que em 4 de Junho de 1662, o Príncipe D. Afonso VI, assina um Alvará concedendo mais cinco anos de imposição de dois ceitis por cada quartilho de vinho vendido.

Em 1829 mais areia e mais destruição. É lançado o " Real Imposto para despejo das areias em Fão - 1826 " pois constatava-se que "... a Igreja Matriz e alguns prédios urbanos a ela imediatos quase cobertos de areia, até já por cima dos telhados, se acha a mesma Igreja de todo desareada e em grande parte alguns dos ditos prédios urbanos" .

info: http://www.freguesias.pt/portal/patrimonio.php?cod=030606

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